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  Cabo Verde
Dirigentes do PAIGC exigem de novo demissão de primeiro-ministro
- 4-May-2005 - 19:54


Cerca de 50 militantes do PAIGC entregaram à direcção do partido no poder na Guiné-Bissau um requerimento destinado a instaurar um processo disciplinar ao seu líder, Carlos Gomes Júnior, visando a sua demissão.


Em declarações momentos antes do início de uma reunião do Comité Central do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Hélder Proença, membro do Bureau Político, indicou que o requerimento foi entregue terça-feira à Comissão Nacional de Verificação e Controlo.

Segundo Hélder Proença, o requerimento foi assinado por cerca de meia centena dos 315 membros do Comité Central e do Bureau Político do partido, entre eles o 1º vice-presidente, Aristides Gomes, e o líder da bancada parlamentar, Cipriano Cassamá.

"Entregámos o requerimento em que exigimos a instauração de um processo disciplinar a Carlos Gomes Júnior, visando a sua destituição como líder do PAIGC", afirmou Hélder Proença, que ameaçou recorrer para os tribunais civis se a Comissão não tomar uma posição no prazo estipulado nos estatutos, de uma semana.

Entre os argumentos contidos no documento figuram o "desrespeito sistemático pelas decisões internas" e "vários atropelos às regras estatutárias", indicou Hélder Proença, destacada figura do PAIGC durante a vigência do regime de João Bernardo "Nino" Vieira (1980/98).

Mais especificamente, realçou, está em causa a indefinição quanto à impugnação apresentada pelo mesmo grupo à indigitação de Malam Bacai Sanhá como candidato do PAIGC às presidenciais de 19 de Junho próximo e o despacho em que Carlos Gomes Júnior exonera, "numa flagrante violação dos estatutos", o líder parlamentar.

As críticas não são de agora, pois desde Janeiro deste ano que a confrontação entre a ala de Aristides Gomes, que se assume como próxima de "Nino" Vieira, e Carlos Gomes Júnior, que ascendeu à liderança do PAIGC no congresso realizado em 2002, têm subido significativamente de tom.

As divergências tiveram o seu ponto alto quando "Nino" Vieira, após um exílio de seis anos em Portugal, regressou em Abril último à Guiné-Bissau para se recensear como eleitor e, posteriormente, apresentar a sua candidatura às presidenciais de Junho.

Na ocasião, o mesmo grupo, pela voz de Cipriano Cassamá, exigiu não só a demissão de Carlos Gomes Júnior de líder do PAIGC como também do cargo de primeiro-ministro, alegando "falta da autoridade do Estado" e "prepotência".

"Pensamos que é urgente o partido convocar a Comissão Permanente ou o Bureau Político para uma análise urgente da situação que prevalece. Estamos indignados com a perseguição pessoal de que somos alvo", afirmou o líder parlamentar.

À entrada para a reunião, Carlos Gomes Júnior não fez quaisquer comentários, limitando-se a assinalar que caberá às estruturas internas do partido tomar a decisão que "achar mais conveniente".

Questionado sobre se vai propor a expulsão de alguns altos dirigentes do PAIGC, nomeadamente Aristides Gomes, Cipriano Cassamá e Hélder Proença, o líder do partido no poder não respondeu.

A reunião do Comité Central, que hoje começou na sede nacional do partido em Bissau, termina quinta-feira.


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