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  Cabo Verde
Portugal deve criar fundo de capital de risco para investir em África
- 5-May-2005 - 16:33


O director executivo do Banco Mundial que medeia as relações com África, Paulo Gomes, sugeriu hoje que Portugal crie um fundo de capital de risco com capitais essencialmente privados para investir nos países africanos.


No Fórum organizado pelo Diário Económico subordinado ao tema "Investir em África", Paulo Gomes disse que, à semelhança do que outros países já fizeram, Portugal devia criar um fundo com um valor perto dos 300 milhões de dólares (230 milhões de euros) para investir nos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP).

Esse fundo deve ter dinheiro de institucionais privados, mas podem também reunir apoios do Estado, tendo como missão investir em novas empresas em África ou em antigas de forma a expandir o seu negócio.

Os empresários e os governantes portugueses precisam de se focalizar nas oportunidades em África, defendeu o executivo do Banco Mundial, pelo que seria uma boa oportunidade eleger 2006 como o ano da África em Portugal.

Esse fundo de capitais de risco permitiria uma diversificação de investimentos e, se fosse constituído à semelhança de outros que foram criados, bastava que, por exemplo, três dos dez projectos de investimento integrados no fundo obtivessem rentabilidades para que todos os investidores do fundo ficassem a ganhar.

Durante o debate, o primeiro-ministro cabo-verdiano referiu que o país está no meio de um processo de transformação, onde o sector industrial se está a fortificar e o sector privado surge com um papel- chave.

Na sua opinião, o turismo e a indústria ligeira são os sectores com maior potencial para serem o motor de desenvolvimento de Cabo Verde, embora haja oportunidades igualmente significativas na área dos transportes e de infra-estruturas e na pesca.

O embaixador de Moçambique em Portugal, Gregório Leão José, fez também uma apresentação do seu país, frisando que o território tem "condições naturais excepcionais na agricultura" e muitas minas por explorar, ao mesmo tempo que possui um mercado potencial de 200 milhões de consumidores.

Alfredo Antas Teles, do ICEP-Portugal, referiu que há diversas razões que justificam o investimento de Portugal em África, entre as quais a diversificação do comércio, as previsões de crescimento económico mais rápido nessas economias do que na Europa e a facilidade que os empresários portugueses têm em se relacionarem com as estruturas locais, dada a proximidade cultural e da língua.


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