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  Cabo Verde
PJ acredita estar quase desmantelada rede de emigração clandestina
- 6-May-2005 - 20:14


A Polícia Judiciária (PJ) cabo-verdiana declarou-se hoje convicta de estar "quase completamente" desmantelada a rede de tráfico humano que envolve oito cidadãs que se encontram presas nas Canárias, admitindo, porém, a "possibilidade" de ocorrerem novas detenções.


Em declarações à Agência Lusa, o inspector André Semedo, que prefere falar de "rede de emigração clandestina", sublinhou que, se houver mais prisões, e se ocorrerem em Cabo Verde, todo o processo decorrerá no arquipélago, em "estreita colaboração" com as autoridades das Canárias.

Aquele responsável confirmou, por outro lado, os dados avançados quinta-feira pela polícia espanhola, segundo os quais a suposta rede teria sido responsável, desde Julho de 2004, pela introdução clandestina, na Europa, de 179 "supostas crianças".

A dúvida quanto a este aspecto, segundo André Semedo, reside no facto de que "as idades são de crianças mas as fotografias, em muitos casos, são de jovens com mais de 18 anos", alguns dos quais recorriam à rede em questão para se reunirem às respectivas famílias na Europa.

O inspector da PJ indicou ainda que as investigações permitiram determinar que os "clientes" pagavam "quantias avultadas que ultrapassavam os 400 contos cabo-verdianos (mais de 3.600 Euros)" pela viagem cujo destino era, normalmente, "um país europeu continental".

André Semedo destacou o papel da PJ cabo-verdiana em todo o processo, considerando que houve "estreita colaboração" com a congénere das Canárias para a detenção das oito cidadãs cabo- verdianas "que já estavam todas referenciadas em Cabo Verde, onde tinham cadastro".

Segundo o inspector, a colaboração entre as corporações criminais dos dois arquipélagos "vai continuar neste e noutros casos", o que permitirá, garantiu, "estancar o fluxo de emigração clandestina" para a Europa, via Canárias, com origem em Cabo Verde ou em países vizinhos.

Essa colaboração, de acordo com André Semedo, também se manifestou através da prisão, quinta-feira, de 97 cidadãos de países da África Ocidental, que pretendiam seguir clandestinamente de Cabo Verde para as Canárias, numa pequena embarcação que também foi apreendida.

Os supostos emigrantes clandestinos eram, na sua totalidade, cidadãos de diversos países africanos ocidentais, que já se encontravam em Cabo Verde há algum tempo, alguns há vários anos, de acordo com o inspector da PJ cabo-verdiana.

A embarcação, de nome "João Cabafume", que tinha pavilhão cabo-verdiano por ter sido comprado, há pouco tempo, por cidadãos do Gana a um armador do arquipélago, avariou-se quando pretendia deixar a ilha de Santiago, onde os supostos clandestinos embarcaram na pequena localidade de São Tomé, a poucos quilómetros da cidade da Praia.

A abordagem do barco, pela PJ e pela Polícia Marítima, deu-se nessa altura mas, segundo André Semedo, o mesmo teria sido interceptado em águas das ilhas Canárias se tivesse seguido viagem, uma vez que as autoridades daquele arquipélago "já tinham sido alertadas".

Os 97 cidadãos estrangeiros, que se reuniram na cidade da Praia vindos de diversas ilhas de Cabo Verde para embarcarem clandestinamente, estão, de acordo com o inspector da PJ, "circunscritos, à espera de serem identificados e, se for o caso, repatriados" para os países de origem.


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