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  Cabo Verde
Governo quer relacionamento sem timidez com a NATO
- 11-May-2005 - 17:46


O primeiro-ministro de Cabo Verde defendeu hoje a aproximação do arquipélago à NATO, afirmando que o governo pretende construir, "sem timidez", o seu relacionamento com esta organização de defesa.


José Maria Neves justificou essa perspectiva com a necessidade de "incremento da segurança e da estabilidade" do quadrante geográfico a que Cabo Verde pertence e que passa, na sua opinião, pela inserção do arquipélago num "quadro internacional de concertação e parceria".

O governante falava na abertura do encontro de chefes de missão e quadros dirigentes do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades, destinada à "socialização das novas orientações" da diplomacia cabo-verdiana.

O encontro acontece num momento em que ganha corpo, tanto no país como no estrangeiro, o debate à volta do estreitamento das relações de Cabo Verde com a União Europeia (UE), seja através do estabelecimento de uma "parceria especial", como pretende o governo, seja por via de uma eventual adesão.

Essa possível integração plena de Cabo Verde na União Europeia, defendida por personalidades de diversos quadrantes da vida política e intelectual portuguesa, serve de pano de fundo ao encontro, de que sairão os novos paradigmas da política externa cabo-verdiana.

Na cerimónia de abertura, José Maria Neves, sem alinhar pelo discurso da adesão mas sem o rejeitar, reafirmou a intenção do governo, que considerou uma "ambição legítima", de querer elevar o patamar do seu relacionamento com a UE "explorando as janelas jurídicas" existentes.

"Neste processo, queremos ir tão longe quanto pudermos, uma vez que se trata de uma opção política e estratégica", observou José Maria Neves, garantindo que o seu governo "não se acanhará perante o descrédito de terceiros nem se perderá nos labirintos da dúvida".

O primeiro-ministro apresentou estas pretensões como o próximo "grande desafio" de Cabo Verde, logo a seguir à independência nacional (1975) e ao advento da democracia (1990), e como uma opção de um país "adulto, credível e respeitado".

Nessa perspectiva, José Maria Neves apelou a uma "atitude competitiva" da parte dos diplomatas cabo-verdianos, que estarão reunidos durante três dias na cidade da Praia, defendendo a necessidade de um "maior investimento, por via da especialização, nas competências existentes".


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