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  Cabo Verde
«Português deve ser língua de trabalho internacional» diz Boaventura Cardoso
- 13-May-2005 - 15:01


O ministro angolano da Cultura, Boaventura Cardoso, defendeu hoje, em Luanda, que o Instituto Internacional da Língua Portuguesa deve investir na promoção do português como língua de trabalho internacional.


A promoção do português como língua de trabalho nas organizações internacionais é um dos principais temas em debate na reunião dos ministros da Cultura da CPLP, que decorre até sábado na capital angolana.

"A língua portuguesa, falada por mais de 200 milhões de pessoas, apesar de ter sido já aprovada como língua de trabalho em várias organizações internacionais, continua a não ter ainda reconhecido o seu espaço", afirmou o ministro.

Nesse sentido, Boaventura Cardoso, que discursava na sessão de abertura da IV Reunião dos Ministros da Cultura da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), alertou para "o papel curial" que deve ser desempenhado nesta matéria pelo Instituto Internacional da Língua Portuguesa, sedeado em Cabo Verde.

"Cremos que, com as alterações que estão a ser introduzidas e a nova dinâmica que vai sendo implementada, este instituto conquistará o estatuto que a língua portuguesa merece a nível internacional", salientou.

Na intervenção que proferiu na abertura da reunião, o ministro angolano defendeu a necessidade dos países lusófonos escolherem melhor os projectos que se propõem concretizar, de forma a conseguirem mais sucesso na sua implementação.

"Pensamos que se torna necessário optar por realizar poucas acções, exequíveis em períodos de tempo bem definidos, e que se imprima maior dinamismo na sua implementação", frisou Boaventura Cardoso, numa alusão ao facto de não terem sido alcançados todos os objectivos definidos na anterior reunião dos ministros da Cultura da CPLP, que teve lugar em Abril de 2004 em Maputo, Moçambique.

Por outro lado, o ministro angolano defendeu a importância do "reforço da cooperação" entre os países da CPLP, de forma a permitir combater as "diferenças bastantes acentuadas" que actualmente existem ao nível do desenvolvimento da cultura em cada um dos países lusófonos.

"O fortalecimento das relações entre os nossos países e a concertação de ideias e posições contribuirão para uma maior visibilidade das nossa comunidade na arena internacional", afirmou.

Por seu lado, o vice-ministro moçambicano da Educação e Cultura, Luís António Covane, que discursou na qualidade de representante do país que presidiu no último ano aos assuntos culturais da CPLP, salientou "o crescimento da consciência de que a arte e a cultura são veículos imprescindíveis na promoção da paz e do desenvolvimento na CPLP".

"A cultura e a arte são factores de desenvolvimento económico e social, edificados num espaço de solidariedade e fraternidade com objectivos e programas concretos", afirmou.

Luís António Covane, para quem "a cultura é determinante para o desenvolvimento", dedicou uma especial atenção à necessidade de reforçar a cooperação ao nível dos meios audiovisuais, que é um dos temas que também constam da agenda de trabalhos da reunião de Luanda.

Nesta reunião estão presentes os ministros da Cultura de Angola, Boaventura Cardoso, Portugal, Isabel Pires de Lima, Brasil, Gilberto Gil, e S. Tomé e Príncipe, Álvaro Santiago.

Moçambique está representado pelo vice-ministro da Educação e Cultura, Luís António Covane, enquanto a Guiné-Bissau enviou a Luanda o secretário de Estado da Cultura, Respício da Silva e a comitiva de Cabo Verde é liderada pelo embaixador acreditado na capital angolana, Silvino da Luz.

Nesta reunião não está presente a delegação de Timor-Leste, alegadamente por dificuldades de transporte para Luanda.

O secretário executivo da CPLP, Luís Fonseca, e o director- adjunto do Bureau de Desenvolvimento Económico para África da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), Marc Séry Koré, também participam nesta reunião dos ministros da Cultura da CPLP.


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