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  Cabo Verde
Liga dos Combatentes de Portugal quer núcleos nas antigas colónias
- 16-May-2005 - 19:25


A Liga dos Combatentes (LC) de Portugal está a preparar a criação de núcleos da organização em Cabo Verde para desenvolver um programa de dignificação dos locais onde se encontram sepultados antigos militares portugueses.


Uma comissão criada pela Liga de Combatentes, liderada pelo major-general Carlos Camilo, terminou este fim-de-semana uma deslocação ao arquipélago para dar os primeiros passos na criação de dois núcleos da LC no Mindelo, ilha de São Vicente, e na Cidade da Praia, capital do país, na ilha de Santiago.

Cabo Verde é a primeira ex-colónia portuguesa a ser visitada pela comissão liderada por Carlos Camilo, num périplo que vai passar pelos vários locais, entre a Ásia e África, onde tombaram militares ao serviço de Portugal.

O Ministério da Defesa português criou em 2003 um grupo de trabalho, coordenado pela Liga dos Combatentes e que integra elementos dos três ramos das Forças Armadas e da tutela, que agora avançou para o terreno.

O major-general Carlos Camilo explicou à Agência Lusa que a missão é fazer o levantamento das condições em que se encontram sepultados os militares portugueses na Europa, Ásia e África, e apresentar um programa de acção para "manter com dignidade esses espaços".

Até agora, foi feito um trabalho de levantamento das possibilidades de intervenção.

No final de 2004 foram apresentados quatro programas estruturantes ao Ministério da Defesa, que tutela a LC.

A mesma fonte adiantou que o primeiro programa a ser considerado pelo ministério foi o dos Cemitérios e Talhões, tendo em conta a situação difícil em que se encontram estes espaços, nomeadamente em África e na Ásia.

O programa foi apresentado com um espaço temporal de acção que vai de 2005 a 2008 e implica a estruturação das actividades a realizar e a deslocação de um grupo de trabalho a África e Ásia.

O protocolo que permite desenvolver o trabalho planeado foi assinado em Janeiro passado e, para a sua concretização, foram atribuídas verbas na ordem dos 600 mil euros.

O Vice-presidente da Liga considera que a verba atribuída é suficiente para as situações conhecidas, embora saliente que existem ainda muitos locais totalmente desconhecidos onde se encontram sepultados militares tombados ao serviço de Portugal.

Carlos Camilo deu o exemplo de Cabo Verde, onde "não são conhecidos todos os locais".

A receptividade por parte das autoridades militares e civis em Cabo Verde "foi perfeita", disse o dirigente da LC português, exemplificando com os contactos feitos no Estado Maior das Forças Armadas, o Director Geral da Defesa, os comandantes das três regiões militares de Cabo Verde, autarcas e a Associação de Antigos Combatentes da Liberdade da Pátria.

As 64 campas da força expedicionária portuguesa de 39/45 no Mindelo, São Vicente, são um bom exemplo da forma como estes locais podem ser dignificados, "pelo bom estado de conservação em que se encontram", disse.

"Mas, apesar de tudo, há problemas relacionados com a identificação das campas, porque apenas 15 estão devidamente identificadas", adiantou.

Durante a visita da comissão da LC a Cabo Verde, explicou Carlos Camilo, já foi possível descobrir que existem outros militares sepultados em diversas ilhas, como Santo Antão, Fogo, Sal e Santiago (Tarrafal).

De acordo com o trabalho prévio realizado, Angola surge como o país com mais locais onde se encontram sepultados militares portugueses, mas também Moçambique e Guiné-Bissau.

O major-general Carlos Camilo indicou ainda a realização do Congresso dos Combatentes em Portugal, que deverá ocorrer em finais deste ano e para o qual se está a preparar a presença das organizações ou organismos do Estado que tutelem a questão dos antigos combatentes nos diversos países.

"É um novo caminho para o relacionamento entre os antigos combatentes, inimigos de ontem que hoje podem cooperar em várias vertentes da vida social dos seus países", disse.

A Liga dos Combatentes de Portugal tem 81 anos, começou em 1924, na sequência do fim da I Guerra Mundial, por iniciativa de três oficiais.


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