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Diplomata brasileiro é o representante permanente da CPLP em Bissau
- 18-May-2005 - 14:45
O diplomata brasileiro Carlos Alves Moura foi designado representante permanente da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Guiné-Bissau, para onde seguirá "muito brevemente", revelou o secretário-executivo da organização.
Luís Fonseca adiantou que a viagem de Carlos Moura está a ser preparada, estando previsto que chegue a Bissau antes das eleições presidenciais previstas para 19 de Junho.
O objectivo da colocação em Bissau de um representante permanente da CPLP é, segundo o responsável, ajudar as autoridades guineenses no processo de normalização democrática do país.
A Guiné-Bissau está a atravessar uma nova crise desde domingo, quando o ex-chefe de Estado Kumba Ialá se auto-proclamou presidente da República.
O secretário-executivo da comunidade lusófona precisou que o mandato do representante permanente será de um ano, com possibilidade de ser prorrogado.
"Pensamos que um ano será suficiente para que o representante cumpra a sua missão" de ajudar as autoridades guineenses, afirmou Luís Fonseca, referindo, no entanto, que, caso seja necessário, o mandato pode ser prorrogado.
Carlos Alves Moura tem 65 anos, é licenciado em Direito e ocupa actualmente o cargo de secretário-executivo da Comissão Brasileira Justiça e Paz, organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Foi fundador e director da Casa de África no Brasil e participou em vários debates no âmbito da CPLP.
Representante do Brasil em negociações para a criação da organização, Carlos Moura participou, nomeadamente, na primeira reunião de Chefes de Estado e de Governo dos Países de Língua Portuguesa, em 1989, altura em que foi criado o Instituto Internacional de Língua Portuguesa, em São Luís do Maranhão, Brasil.
Entre 1990 e 1995 foi director do Centro de Estudos Brasileiros da Embaixada do Brasil na Cidade da Praia, Cabo Verde.
O diplomata brasileiro foi ainda fundador do Instituto de Cultura dos Povos Negros, com sede no Burkina Faso.

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