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  Cabo Verde
Comandante da NATO chega segunda-feira para preparar manobras
- 20-May-2005 - 15:08


O comandante-geral adjunto da NATO visitará Cabo Verde de 23 a 27 de Maio para, juntamente com as autoridades locais, definir os parâmetros logísticos das manobras que a Aliança Atlântica vai realizar em 2006 no arquipélago.


De acordo com o ministro da Defesa cabo-verdiano, a missão chefiada pelo tenente-general David Judd, vai deslocar-se a "quase todas as ilhas" para "determinar em que pontos do arquipélago ficarão estacionadas as forças da NATO e onde decorrerão os exercícios".

Armindo Maurício confirmou que as manobras serão de "grande envergadura", devendo envolver, segundo as suas estimativas entre 10 a 20 mil homens dos três ramos das forças armadas.

"A missão vai fazer o levantamento das ilhas e conhecer as infra-estruturas portuárias e aeroportuárias existentes no nosso país, para depois tomar as decisões operacionais convenientes", adiantou o ministro.

Durante a visita da delegação da NATO também serão tratadas questões de carácter administrativo relacionadas, por exemplo, com o desalfandegamento, em regime de importação temporária, dos milhares de toneladas de material e equipamento necessários às manobras.

Segundo Armindo Maurício, as autoridades cabo-verdianas, no que lhes competirá, vão fazer "todos os possíveis" para que os treinos decorram da melhor forma, uma vez que, na sua opinião, o sucesso da operação também é "do interesse de Cabo Verde".

Esse interesse reside na necessidade de estabelecimento de "parcerias úteis" visando o incremento da segurança do arquipélago, lembrou o governante, para quem Cabo Verde "nunca terá os recursos necessários" para garantir a protecção das suas costas e do seu vasto território marítimo.

A escolha do arquipélago para acolher as manobras da NATO, denominadas "Livex", em Junho de 2006, foi bem acolhida tanto pelo Governo como pela oposição e pela sociedade cabo- verdiana, que encaram essa opção como uma "manifestação de confiança".

Ao anunciar, há algumas semanas, a sua autorização para que os exercícios se realizassem no seu território, o Governo considerou que a decisão da NATO era um "sinal inequívoco da credibilidade e da utilidade do país".

Nessa ocasião, as autoridades cabo-verdianas fizeram questão de salientar que a autorização para as manobras da NATO não envolvia "contrapartidas", e comprometeram-se a "proporcionar o quadro mais adequado para o sucesso do exercício" em causa.

Para preparar a visita do comandante-geral adjunto da NATO, encontra-se desde quarta-feira em Cabo Verde uma missão técnica, chefiada pelo conselheiro militar Jack Sigal e integrada por um coronel e um tenente-coronel do comité militar da Aliança.

Nas últimas semanas, também os embaixadores de Portugal e dos Estados Unidos têm desenvolvido contactos com as autoridades cabo-verdianas no sentido de preparar os exercícios.

Este exercício é o primeiro que a NATO realiza em África e, devido à envergadura dos meios presentes, pode exigir, segundo fontes militares, a deslocação temporária de populações, nomeadamente algumas aldeias localizadas junto à costa.

A confirmar-se a situação, poderão ser avançadas como justificação razões de segurança e de logística, acrescentaram as fontes apontando as ilhas do Sal, São Vicente e Santiago como aquelas onde poderão ser centralizadas as operações, dadas as infra-estruturas aeroportuárias e marítimas de que dispõem.

A ilha de Santa Luzia, a única desabitada do arquipélago de Cabo Verde, deverá ficar fora dos planos da NATO devido ao esforço que o ministério do Ambiente, Agricultura e Pescas está a realizar para fazer do local uma reserva natural.

Contudo, dada a sua dimensão poderá interessar à NATO, disseram ainda à Agência Lusa as fontes militares.


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