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  Cabo Verde
Guiné-Conacri recusa receber dezenas de imigrantes ilegais expulsos
- 30-May-2005 - 16:38


Dos 68 imigrantes ilegais expulsos de Cabo Verde para a Guiné-Conacri, há uma semana, as autoridades deste país apenas aceitaram receber como cidadãos nacionais nove, não reconhecendo a identificação dos restantes, noticiou hoje a imprensa cabo-verdiana.


Os alegados 68 cidadãos da Guiné-Conacri expulsos, por se encontrarem ilegais em Cabo Verde, faziam parte de um grupo mais alargado, de 78, sendo os restantes 10 alegadamente cidadãos da vizinha Guiné-Bissau.

Fonte do Ministério da Administração Interna de Cabo Verde limitou-se a referir à Agência Lusa apenas que a situação está a ser "devidamente acompanhada e tratada" na sua dimensão humana e legal.

No entanto, o jornal A Semana, citando fontes do governo de Conacri, adianta que do grupo de 68 imigrantes, apenas nove foram reconhecidos por Conacri , sendo os restantes, ainda segundo as autoridades do país, cidadãos da Gâmbia e do Senegal.

O grupo de 78 imigrantes partiu de Cabo Verde há cerca de uma semana, num navio alugado pelo governo cabo-verdiano, munidos de salvo-condutos emitidos por ausência de identificação dos indivíduos expulsos.

Perante este cenário, os 57 imigrantes que não foram aceites por Conacri deverão regressar à Cidade da Praia, para iniciar novo processo de identificação e repatriamento, bem como alguns dos restantes dez, se o mesmo suceder na Guiné-Bissau, onde o navio, "Jonedade", deverá aportar nas próximas horas.

Este grupo de 78 imigrantes clandestinos foi detido há cerca de três semanas quando a embarcação de pesca cabo-verdiana "Djon Kabafumo" foi abordada pela Polícia Judiciária no momento em que zarpava em direcção à Europa tentando "passar" um grupo de 97 imigrantes clandestinos.

Por impossibilidade de identificar de forma correcta a maioria dos imigrantes ilegais, as autoridades cabo-verdianas optaram por emitir salvo-condutos baseados nas informações prestadas pelos próprios.

Do grupo inicial de 97 ilegais detidos em Cabo Verde, cerca de uma dezena foram repatriados por via aérea para os seus respectivos países.

Juntamente com o grupo de 78 ilegais que partiu rumo a Conacri e Bissau, embarcaram vários elementos do Corpo de Intervenção da Polícia de Ordem Pública (POP) com o objectivo de impedir quaisquer tentativas de abandono do navio ou mesmo o desvio deste.


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