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UCCLA empenhada em combater pobreza em África
- 1-Jun-2005 - 16:14
O secretário-geral da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) disse hoje em Macau que a organização tem um papel a desempenhar no combate à pobreza em África.
"A UCCLA tem de se assumir como entidade que pode ajudar a resolver a extrema pobreza das cidades africanas", enfatizou Francisco Lopo de Carvalho, salientando "não haver ainda uma grande lista de projectos" e a disponibilidade contributiva de Macau para apoios "que serão analisados caso a caso".
No cargo há cerca de seis meses, Lopo de Carvalho está em Macau acompanhado de Hélder Vaz Lopes e Miguel Carvalho de Faria, assessores da UCCLA, numa visita que tem por objectivo "revitalizar" a associação.
"Na UCCLA temos três grupos diferentes de cidades: no Brasil, Macau e em África, onde tudo falta e há uma grande faixa da população que vive em extrema pobreza e com menos de um dólar por dia", explicou.
Por isso, e tendo em conta a situação especial de África e o objectivo de defesa da lusofonia, a UCCLA assumiu como objectivo trabalhar na promoção de programas que desenvolvam as cidades necessitadas no continente africano com programas financiados a fundo perdido por entidades internacionais como as Nações Unidas e o Banco Mundial.
Das cidades irmãs, como Macau, além de eventuais contribuições, o secretário-geral da UCCLA espera indicações governamentais para que empresas locais possam assumir determinados projectos que já possuem financiamento.
"Temos de defender a lusofonia e isso não é possível sustentar tendo populações carenciadas", disse.
Francisco Lopo de Carvalho, que estará em Macau até sexta- feira, já manteve contactos com diversas entidades e com o gabinete do Chefe do Executivo, de quem recebeu manifestações de vontade em apoiar os projectos da UCCLA embora condicionados à análise caso a caso de cada iniciativa.
"Pretende-se o relançamento da relação entre a UCCLA e Macau de forma a que o Instituto dos Assuntos Cívicos e Municipais, que representa a cidade na associação, possa estar em mais estreita ligação com as demais autoridades municipais dos país de língua portuguesa e com as oportunidades de negócios que se podem gerar", sustentou.
Macau é, por decisão política da República Popular da China, o elo de ligação preferencial entre o continente chinês e os países de língua portuguesa.
Macau participa na UCCLA desde a sua fundação, em 1985 - é um dos membros fundadores.
A União tem actualmente 17 membros efectivos, seis membros associados e 43 membros apoiantes, essencialmente empresas dos países de expressão portuguesa.

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