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Empresários portugueses reuniram-se com Mari Alkatari
- 3-Jun-2005 - 15:54
Representantes de 13 empresas portuguesas de nove sectores reuniram-se hoje com o primeiro-ministro de Timor-Leste, Mari Alkatari, para debaterem oportunidades de negócio e a futura cooperação com aquele país lusófono.
À saída da reunião, o chefe do Governo timorense reportou-se a 2005 como "o ano da infra-estruturação" do país, salientando que "as distâncias hoje não contam", num tom de incentivo à permanência das empresas portuguesas em Timor-Leste.
Questionado sobre o principal potencial do país, o petróleo em off-shore e o papel da Galp Energia nesta dinâmica, Alkatari lembrou que os contactos com a petrolífera portuguesa "começaram há 10 anos" e que as conversações foram feitas em paralelo com as negociações com a Austrália sobre a delimitação das fronteiras marítimas.
A propósito, o primeiro-ministro timorense disse que "existem países com de centenas de anos e que não têm fronteiras delimitadas".
"Mas o mais importante, agora, é ver como vamos explorar esses recursos", sublinhou.
O chefe do executivo timorense adiantou que conversações com a Galp Energia vão continuar, através de uma reunião com seu secretário de Estado do Ambiente, Turismo e Desenvolvimento, José Teixeira.
Sobre os recursos humanos e as necessidades, apontou várias carências, desde saneamento, electricidade, águas, bem como na formação em Justiça, área que classificou que "a mais fraca".
No capítulo da educação, Mari Alkatari apontou os actuais 6.000 professores existentes em todos o níveis do ensino, dos quais 300 são portugueses e 50 brasileiros.
Nesta reunião com o primeiro-ministro timorense, e que decorreu num hotel da capital, estiveram presentes CGD, EDP, Galp Energia, Águas de Portugal, BIAL (medicamentos), Portugal Telecom, Grupo Pestana, Empreiteiros Casais (construtora do novo estádio de Braga), Visabeira (imobiliária, turismo e telecomunicações), Douro Azul, (Cruzeiros e hotelaria), CEFAMOL (moldes), ENSUL e Delta Cafés.
ENSUL e Delta Cafés são pioneiras em Timor-leste, onde operam desde 2000, estando a Delta a fazer com formação permanente aos produtores de café, comprando as respectivas produções e mantendo a "marca Timor", conhecida a nível mundial do mercado.
Por seu turno, a ENSUL, dedica-se recuperação de antigos edifícios históricos e de escolas portuguesas.

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