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  Cabo Verde
Faustino Imbali quer debate de ideias com os três ex-presidentes
- 9-Jun-2005 - 17:07


Faustino Imbali, ex-primeiro-ministro guineense e candidato do Partido Manifesto do Povo (PMP) às presidenciais do próximo dia 19 na Guiné-Bissau, pediu hoje a realização de um debate com os três ex-presidentes que também concorrem às eleições.


Na sua primeira acção pública de campanha, que começou oficialmente a 28 de Maio, Imbali defendeu que o país tem de saber o que pensam os três últimos presidentes da Guiné-Bissau - João Bernardo "Nino" Vieira (1980/98), Malam Bacai Sanhá (1998/2000) e Kumba Ialá (2000/03).

"Estes senhores - "Nino", Bacai Sanhá e Kumba Ialá - são os integrantes do clube de feiticeiros do nosso país. Têm que explicar ao povo quais os seus verdadeiros propósitos para a Guiné-Bissau, se é que os têm", afirmou Imbali, que falava numa conferência de imprensa, em Bissau.

Para este antigo primeiro-ministro de Kumba Ialá, nenhum destes três "membros do clube de feiticeiros" possui uma ideia clara para o desenvolvimento da Guiné-Bissau, uma vez que já demonstraram isso mesmo no passado.

"Nino Vieira foi presidente deste país durante 18 anos. O que fez, senão levar a Guiné-Bissau à desgraça total? Duvidamos muito que, em seis anos de exílio em Portugal, tenha frequentado um curso de magia que agora pretende implementar no país", ironizou.

Quanto às "dúvidas" em relação aos motivos da candidatura de Kumba Ialá, o candidato do PMP considera que este levou o país ao patamar "mais vergonhoso" da credibilidade internacional, e tudo sem contar com as "sequelas internas" ainda visíveis.

"Ainda sentimos na pele as sequelas da governação dele (Kumba Ialá). Salários do ano 2003 por pagar aos funcionários públicos, quando ele se desdobra agora em acções de campanha com visíveis sinais de dinheiro público", afirmou Imbali.

A Malam Bacai Sanhá, candidato apoiado pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder), Faustino Imbali pede, no debate que seria retransmitido em cadeia nas três principais rádios de Bissau, uma explicação sobre as alegadas acusações das suas responsabilidades na guerra civil que assolou o país de 7 de Junho de 1998 a 7 de Maio de 1999.

De uma coisa Faustino Imbali disse não ter dúvidas: os três elementos não têm condições "nem morais nem objectivas" para promover a reconciliação na sociedade guineense por serem os "factores de divisão", a começar nas Forças Armadas.

Segundo o candidato do PMP, "Nino" Vieira, Kumba Ialá e Malam Bacai Sanhá possuem, cada qual, a sua própria ala nas Forças Armadas guineenses, "prontas a digladiarem-se" conforme o resultado da votação de dia 19.

"Se um deles ganhar, podem ter a certeza que o país vai ter problemas", avisou Imbali, também investigador social no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (INEP).

Questionado sobre o porquê de só agora dar início às acções de campanha eleitoral, volvidos 13 dias, Imbali afirmou que o seu partido já estava a contactar com os eleitores desde Abril ultimo e que o PMP não vai realizar iniciativas semelhantes aos dos outros.

"O que se assiste hoje na Guiné-Bissau, com esta campanha eleitoral, é a um autêntico carnaval político e nós não queremos isso, queremos um debate de ideias", concluiu Faustino Imbali.


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