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Condições essenciais para a votação estão prontas, diz a CNE
- 11-Jun-2005 - 19:25


O presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE) da Guiné-Bissau, Manuel Malam Mané, garantiu hoje que estão reunidas as "condições essenciais" do escrutínio para a escolha do novo chefe de Estado guineense, no próximo dia 19 de Junho.


"Declaro aqui, solenemente, que estão reunidas as condições essenciais para que tenhamos a votação no próximo dia 19. As eleições (presidenciais) são irreversíveis", afirmou o presidente da CNE, que não explicou o que está ainda por concretizar.

Numa conferência de imprensa que serviu para anunciar ao país o ponto de situação dos preparativos da votação, Manuel Mané adiantou que existem condições técnicas e administrativas, logísticas e financeiras para a realização do escrutínio.

Nesse particular, destacou as ajudas que a CNE recebeu de organizações e países tão diversos, sublinhando, porém, a contribuição de Portugal, de 633.330 euros, contabilizados em boletins de voto, cartões de eleitor e todos os restantes materiais para o escrutínio.

No total, Portugal enviou cerca de 10 toneladas em material eleitoral, indicou o presidente da CNE guineense.

Manuel Mané precisou ainda que, a partir de hoje, os materiais a utilizar no dia da votação - boletins, cadernos eleitorais, almofadas e carimbos - começam a ser distribuídos pelas Comissões Regionais de Eleições (CRE).

O presidente da CNE frisou que só foi possível ter toda esta prontidão na preparação da votação do próximo dia 19 graças às ajudas que a Guiné-Bissau recebeu, não só em termos logísticos, como financeiros.

Em relação às ajudas a nível da logística, Manuel Mané sublinhou, além da contribuição portuguesa, o envio pelo Brasil de seis técnicos informáticos que se encontram em permanência na sede da CNE, em Bissau, munidos de 25 computadores de alta resolução.

A supervisão técnica destes técnicos informáticos brasileiros levou o presidente da CNE guineense a convidar qualquer pessoa que tenha conhecimento de "algum indício de fraude" nos cadernos eleitorais a apresentar queixa.

Em termos financeiros, e na globalidade, a União Europeia (UE) foi de longe a principal financiadora do processo, com 1,5 milhões de euros, seguida de Portugal, com 633.300 euros, indicou o presidente da CNE.

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) contribuiu com 475 mil dólares (380 mil euros), a Holanda com 200 mil (160 mil euros), e a China, com 100 mil (80 mil euros).

Várias organizações e instituições africanas contribuíram, na totalidade, com uma verba de cerca de 800 milhões de francos CFA (cerca de 1,21 milhões de euros), precisou Manuel Mané.

O presidente da CNE referiu-se igualmente aos observadores internacionais que vão estar no país para a fiscalização do processo, destacando que alguns, nomeadamente cerca de 40 da UE, já se encontram na Guiné-Bissau.

Segundo Mané, espera-se a presença de 100 observadores da UE, igual número da União Africana (UA), 29 da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e oito dos Estados Unidos.

Para as presidenciais do próximo dia 19, a CNE guineense tem registado nos cadernos eleitorais 538.469 eleitores aptos para exercer o direito de voto, precisou Manuel Mané.

Indicou ainda que tudo aponta para que as urnas sejam abertas às 07:00 locais (08:00 em Lisboa) para serem encerradas às 17:00, evitando que a votação venha a decorrer "durante a escuridão", como aconteceu nas últimas legislativas a 28 de Março de 2004, que, em alguns casos, levaram à sua prorrogação até 30 do mesmo mês.


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