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  Cabo Verde
Kumba sugere a «Nino» e Malam que se retirem da corrida
- 13-Jun-2005 - 20:03


"Nino" Vieira e Malam Bacai Sanha, dois dos mais fortes candidatos à vitória nas presidenciais de domingo na Guiné-Bissau, deviam abandonar a corrida por não terem "condições morais", defendeu hoje Kumba Ialá, também concorrente à votação.


Em declarações à Agência Lusa, e num ataque aos seus principais adversários, Kumba Ialá responsabilizou "Nino" Vieira e Bacai Sanhá pelo "estado de desgraça" em que se encontra a Guiné- Bissau por serem, ambos, dois antigos chefes de Estado guineenses.

O também ex-presidente guineense, derrubado no golpe militar de Setembro de 2003, afirmou que vai aproveitar o debate na Televisão da Guiné-Bissau (TGB), agendado para quarta-feira à noite, para dizer a "Nino" Vieira e Bacai Sanhá que devem retirar-se da corrida presidencial.

"Vou dizer-lhes para se retirarem porque, pura e simplesmente, já não têm pernas para aguentar o combate político", disse Ialá, sublinhando, porém, que a sua geração tem "uma dívida moral" para com ambos.

Por sorteio, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) guineense marcou para quarta-feira um frente-a-frente que, a concretizar-se, promete ser "escaldante", ao juntar "Nino" Vieira, Bacai Sanhá e Kumba Ialá e mais dois outros "pequenos candidatos".

De abalada para o interior do país em acção de campanha, Kumba Ialá promete estar em Bissau quarta-feira à noite para poder participar no debate, onde vai estar também como "espectador" do confronto entre "Nino" e Bacai Sanhá.

Para Ialá, os dois ex-chefes de Estado guineenses possuem também a mesma ligação devido ao seu passado como dirigentes do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), actualmente no poder.

Ao longo de mais de 30 anos de independência do país, e com os dois no exercício da governação, Kumba Ialá considerou que os três anos (2000/03) em que esteve na presidência foram mais proveitosos.

"Nenhum deles - ®Nino¯ e Bacai Sanhá - tem argumentos para discutir connosco na nova fase. Estiveram na governação do país desde a proclamação do Estado, sem qualquer realização feita. Quantas vezes assistimos no país ao lançamento das primeiras pedras para a construção da Ponte de João Landim, do Palácio do Povo e das residências dos Antigos Combatentes. Nós fizemos tudo isso em três anos", afirmou Ialá.

Estas três obras, consideradas "ex-libris" da Guiné-Bissau, em termos arquitectónicos, são, aliás, as imagens de marca do cartaz que Kumba Ialá começou a exibir a partir de hoje nas suas acções de campanha, reivindicando-se como "um homem com obra feita".

Questionado se ainda considera "Nino" Vieira como único adversário à sua altura para o embate eleitoral, Kumba Ialá reafirmou que este é já um "defunto político" que nem sequer devia apresentar-se ao escrutínio.

"Teria sido mais prudente que ele - ®Nino¯ Vieira - aguardasse mais 10 ou 15 anos sem se imiscuir na vida política interna guineense, para que as pessoas pudessem ter alguma compreensão em relação aos seus erros do passado", frisou Ialá.

Para este antigo presidente guineense, "Nino" Vieira deve ser responsabilizado por crime de "suicídio colectivo" que teria causado aos antigos combatentes pela libertação da Pátria e de ter dizimado parte considerável da população com o "descalabro" que foi a guerra civil de 1998/99.

Segundo Ialá, a guerra civil que, 11 meses depois, levaria à deposição do regime de "Nino" Vieira, causou "um grande trauma" ao povo guineense, responsabilidade que deve ser endossada ao antigo chefe de Estado, hoje candidato independente ao escrutínio de domingo.

Quanto ao candidato oficial do PAIGC, Kumba Ialá é de opinião que este se apresentou ao escrutínio, por um lado, movido por "excesso de ambição" e, por outro, empurrado pelos seus "acólitos", que querem aproveitar-se dele para, mais tarde, "subtrair" algumas benesses do Estado.

Interrogado porque motivo tem sido pouco visível nas suas acções de campanha nas grandes cidades do país, Kumba Ialá disse ter adoptado um estilo diferente dos outros candidatos, que preferem, acusou, enganar a comunidade internacional com "mega-comícios" para os quais transportam pessoas de um lado para outro.

"Nós, por princípio próprio, não gostamos de publicidade, estamos a fazer contactos directamente nas localidades com o nosso eleitorado. É uma questão de estratégia", vincou Ialá, sublinhando estar convencido de que vai ganhar as eleições.


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