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  Cabo Verde
Dados que ajudam a conhecer a realidade guineense
- 17-Jun-2005 - 15:33


A Guiné-Bissau, onde decorrem domingo as terceiras eleições presidenciais multipartidárias em 32 anos da sua História, continua mergulhada numa profunda crise política e social, em que a votação constitui uma esperança para os mais de 1,3 milhões de habitantes.


SITUAÇÃO ECONÓMICA

País da África Ocidental no Oceano Atlântico. Conjunto continental e insular (25 ilhas) de 36.100 quilómetros quadrados. Faz fronteira com o Senegal (norte) e com a Guiné-Conacri (leste e sul).

POPULAÇÃO:

1,3 milhões de habitantes.

CAPITAL:

Bissau

LÍNGUAS:

Português (oficial), crioulo (língua franca) e dialectos locais, como o fula, balanta e mandinga.

RELIGIÕES:

Animistas (53 por cento), muçulmanos (38 por cento) e cristãos (minoritários).

HISTÓRIA/REGIME:

Colónia portuguesa a partir do século XV. A independência unilateral do país foi proclamada em 1973, em Madina do Boé, tendo como presidente Luís Cabral, e reconhecida por Portugal em Setembro de 1974, após a Revolução do 25 de Abril. Em 1980, João Bernardo "Nino" Vieira substitui Luís Cabral, através de um golpe militar, para mais tarde, em 1984, ser eleito presidente do Conselho de Estado (presidência da República) pelo parlamento.

Após a adopção do multipartidarismo em 1991, "Nino" Vieira e o seu movimento, o Partido Africano da Independência da Guiné-Bissau e de Cabo Verde (PAIGC), ganham as eleições gerais de 1994, primeiro escrutínio pluralista do país.

Em Junho de 1998, o general Ansumane Mané, à frente de militares descontentes, conduz uma rebelião militar, que derruba o presidente "Nino" Vieira após um conflito de 11 meses.

Sucede-lhe uma junta militar até às eleições de Novembro de 1999, nas quais é eleito Kumba Ialá, presidente do Partido da Renovação Social (PRS), formação que também vence as legislativas.

Em Novembro de 2000, segundo a versão do regime, o general Ansumane Mané dirige uma nova tentativa de golpe de Estado mal sucedida e é morto por forças leais a Kumba Ialá, em circunstâncias ainda por esclarecer.

Em Novembro de 2002, o chefe de Estado dissolveu a Assembleia Nacional e anunciou eleições legislativas antecipadas, justificando a decisão pela situação de "crise económica muito difícil e crítica" que o país atravessa.

Mário Pires foi nomeado primeiro-ministro e formou um governo marcado por um forte domínio do PRS, no poder. As legislativas foram adiadas várias vezes - 20 de Abril, 06 de Julho e 12 de Outubro de 2003.

Mas, a 14 de Setembro desse ano, um Comité Militar toma o poder, destitui Kumba Ialá, que assina uma declaração de renúncia, e entrega- o a civis, criando, paralelamente, instituições da transição.

O empresário Henrique Rosa, sem filiação partidária, é escolhido para presidente da transição e Artur Sanhá, dirigente do PRS, para primeiro-ministro. As legislativas realizam-se a 28 de Março de 2004, e foram ganhas pelo PAIGC, cujo líder, Carlos Gomes Júnior, passa a desempenhar o cargo de primeiro-ministro.

As eleições presidenciais, que terminam o ciclo de transição, são marcadas em Abril deste ano para 19 de Junho.

ECONOMIA:

Economia rural (90 por cento) e indústria incipiente. Principais produtos: Caju (90 por cento das receitas de importação, 12 por cento da produção mundial), pesca, amendoim e madeiras.

A Guiné-Bissau, classificada entre os países mais pobres do mundo, atravessa uma situação económica e social muito difícil.

O país tem uma taxa de mortalidade materna de 910 por cada 10.000 (em 1995, segundo o Banco Mundial), uma mortalidade infantil de 130 por cada 1.000 (em 2001, segundo o BM) e uma esperança de vida média de 40 anos. Cerca de 80 por cento da população vive com menos de um dólar por dia.

PNB:

160 dólares por habitante em 2001 (Banco Mundial).

DÍVIDA EXTERNA:

Cerca de mil milhões de dólares (pouco mais de 800 milhões de euros).

FORÇAS ARMADAS:

No total, a Guiné-Bissau conta com cerca de 25.000 soldados e antigos combatentes.

O projecto de desmobilização e de reintegração dos antigos combatentes, lançado em 2000, permitirá ao exército reduzir os seus efectivos para cerca de apenas 5.000 soldados, mas tem sido posto sistematicamente em causa devido a desvio de fundos.


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