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Entrevista
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Candidato Mano Queta defende sistema presidencialista
- 17-Jun-2005 - 15:49
O candidato às presidenciais de domingo na Guiné-Bissau Adelino Mano Queta defendeu hoje que o melhor sistema político para o país é o presidencialista, sublinhando tratar- se o que "melhor se coaduna" com a realidade sócio-política existente.
Em entrevista à Agência Lusa, o antigo embaixador em Lisboa, que se apresenta às presidenciais como independente, considera que esse é o sistema maioritariamente vigente no continente africano e nalguns países da Europa, como a França, e até nos Estados Unidos.
"Creio que é um sistema que, sobretudo em África, é susceptível de criar menos conflitos institucionais", sublinhou Mano Queta, 63 anos, e até aqui assessor diplomático do presidente interino da Guiné-Bissau, Henrique Rosa.
Mano Queta, com um vasto currículo em instituições nacionais e internacionais, indicou que as razões da sua candidatura se prendem com a necessidade de se privilegiar a paz, estabilidade e desenvolvimento no país e, ao mesmo tempo, reforçar a credibilidade internacional da Guiné-Bissau.
O diplomata/candidato, natural de Mansoa, 60 quilómetros a leste de Bissau e de etnia mandinga, destacou que a "constante instabilidade política e militar", aliada à sua experiência nos meandros das relações internacionais, levou-o a "assumir a responsabilidade de abraçar de forma activa" a política na Guiné- Bissau.
Ao longo da campanha, iniciada a 28 de Maio último, Mano Queta percorreu praticamente o país todo, apresentando as suas ideias e sem nunca ter entrado pelos insultos pessoais, tendo sublinhado à Lusa que a sua forma de estar na política e na vida passa pelo respeito por todas as pessoas.
"Não entrei em polémicas com ninguém. Preocupei-me apenas com a minha campanha e comigo a apresentar as minhas ideias", afirmou Mano Queta, licenciado em Ciências Sociais e Políticas e docente na Faculdade de Direito de Bissau.
O diplomata guineense já desempenhou vários cargos quer como embaixador - Portugal, Espanha, Itália, Marrocos e Nações Unidas -, quer como secretário-executivo adjunto na Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e como coordenador nacional na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Internamente, foi Procurador-Geral da República (PGR, 1985), além de ter desempenhado vários cargos de chefia na Administração Pública, como Director-Geral das Alfândegas e secretário-geral de diversos ministérios.

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