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Conselho Empresarial é parte da diplomacia económica portuguesa
- 31-Jan-2003 - 19:49

A criação do Conselho Empresarial (CE) da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) integra- se na nova política de "diplomacia económica" de Portugal, afirmou hoje o ministro da Economia português.

Carlos Tavares falava à imprensa após um encontro com o ministro dos Negócios Estrangeiros, António Martins da Cruz, e a "nata" do empresariado português, que teve como objectivo a obtenção de apoios, nomeadamente financeiros, para a criação do Conselho.

Também presentes estiveram o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, António Lourenço dos Santos, o secretário executivo da CPLP, João Augusto de Médicis, e o recém-eleito presidente do Instituto Português para o Apoio ao Desenvolvimento (IPAD), Luís de Almeida Sampaio.

"É uma página também na diplomacia económica que eu e o senhor ministro dos Negócios Estrangeiros temos procurado e estamos a implementar (...) é uma forma de concretização desta nova maneira de promover o país, de promover as empresas, os produtos portugueses, e de intensificar as relações económicas internacionais", afirmou Tavares.

O encontro, no Palácio das Necessidades, contou com a presença dos administradores das principais empresas públicas e privadas portuguesas - Miguel Horta e Costa (Portugal Telecom), Francisco Sanchez (EDP), António Mexia (Galp), José Vaz Guedes (Somague), Fernando Pinto (TAP) e Ricardo Espírito Santo (Banco Espírito Santo), entre outros.

Carlos Tavares definiu o encontro como "um almoço em que se reúnem as vontades políticas e as vontades empresariais para se fazer alguma coisa de concreto".

António Martins da Cruz congratulou-se com "a janela de oportunidades para a internacionalização da economia" que o CE representa e pela "excelente colaboração entre o Ministério da Economia e o MNE" neste domínio.

Carlos Tavares frisou ainda que é necessário materializar em "consequências mais fortes no campo económico" as "relações privilegiadas (de Portugal) com os países de expressão portuguesa", contribuindo "para o nosso desenvolvimento e para o desenvolvimento desses países".

Isto para evitar a "concentração excessiva nos países da União Europeia em termos comerciais", defendeu Carlos Tavares.

De acordo com o "Memorandum sobre uma estratégia de cooperação económico-empresarial no âmbito da CPLP e proposta de criação de uma Empresa-projecto", da autoria do economista Ernâni Lopes, serão necessários para já 200 mil euros para arrancar com um estudo preparatório do Conselho Empresarial.

Concluída esta fase em Dezembro de 2003, serão necessários mais 450 mil euros por cada um dos quatro anos de lançamento da "empresa-projecto" (no total, 1,8 milhões de euros).

Na sua fase final - a de "plataforma organizacional", no final de 2007 - o CE deverá custar entre um a 1,5 mil milhões de euros por ano.

De acordo com o referido documento, o esforço financeiro deverá ser sobretudo suportado (a cerca de 80 por cento) por "um conjunto seleccionado de grandes empresas com interesses nos países africanos" e Brasil.

Durante a IV cimeira da CPLP, em Julho de 2002, o Conselho de Ministros dos países membros (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) mandatou a ELO - Associação Para o Desenvolvimento Económico e Cooperação -, para constituir formalmente o CE até ao II Fórum da organização, a realizar no segundo semestre deste ano, no Brasil.

A reunião de hoje em Lisboa marca o arranque de uma digressão do comité organizador por todos os países-membros da Comunidade, onde serão feitos encontros semelhantes, juntando empresários e autoridades à mesma mesa.

A primeira escala desta digressão será o Brasil, disse recentemente à Agência Lusa o presidente da ELO.

O primeiro Fórum do CE decorreu em Lisboa a 27 e 28 de Junho de 2002 e reuniu 350 empresários dos "Oito", uma iniciativa conjunta dos ministérios dos Negócios Etsrangeiros e da Economia e da ELO.

De acordo com o projecto, o "braço económico" da CPLP será uma organização votada à promoção de parcerias estratégicas no espaço económico da Lusofonia e ao reforço das associações empresariais, procurando formas inovadoras de financiamento, contribuindo para a formação de recursos humanos e promovendo a circulação de informação.

Pretende-se também criar para o empresariado um interlocutor mais forte, junto dos respectivos governos e nas instâncias multilaterais onde esses Estados estão inseridos: Portugal na União Europeia, Brasil no Mercosul (América Latina), os países africanos na SADC (África Austral) ou na CEDEAO (África Ocidental).

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