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  Cabo Verde
Chissano considera resultados uma livre escolha dos guineenses
- 23-Jun-2005 - 14:30


O enviado especial do secretário das Nações Unidas à Guiné-Bissau considerou que os resultados do escrutínio de 19 de Junho reflectem "uma livre escolha dos guineenses", e garantiu a "tranquilidade" de Kumba Ialá, na derrota.


À chegada a Maputo, na quarta-feira, Joaquim Chissano afirmou esperar que não surjam ""ressentimentos que possam levar a convulsões violentas dos intervenientes no processo", adiantando que o candidato Kumba Ialá lhe garantiu que "não apoiaria qualquer tipo de violência" no país.

"Estou optimista que este resultado reflecte realmente uma eleição justa livre. Portanto, pode ser que não haja ressentimentos que possam levar a convulsões violentas", disse aos jornalistas o antigo presidente de Moçambique e mandatário de Kofi Annan.

Segundo os números calculados a partir de dados parciais divulgados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) guineense, Bacai Sanhá, apoiado pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder), venceu a primeira volta das presidenciais.

João Bernardo "Nino" Vieira ficou em segundo lugar, estando assim também apurado para a segunda volta, que deverá decorrer 21 dias após a publicação dos resultados finais oficiais.

Kumba Ialá ficou na terceira posição, mas o Partido da Renovação Social (PRS) que apoiou a sua candidatura às presidenciais considerou "falsos" os resultados provisórios divulgados pela CNE.

Reagindo, Chissano negou que os resultados se devam a exclusão pelas autoridades guineenses de Kumba Ialá, em benefício de Malam Bacai Sanhá ou João Bernardo "Nino" Vieira, que vão disputar a segunda volta das presidenciais na Guiné-Bissau no próximo mês de Julho.

"Não há nenhuma autoridade que excluiu Kumba Ialá ou outros candidatos. Portanto, este é o resultado do escrutínio", disse Joaquim Chissano, sublinhando que, em conversa telefónica, de meia hora, ainda na Guiné Bissau, "Ialá informou que era homem de paz, que não apoiava qualquer tipo de violência e que estava na política por patriotismo".

"Certamente que ele (Kumba Ialá) se preparou para a eventualidade de perder as eleições", disse Chissano, acrescentando que regressará à Guiné Bissau, em caso de necessidade, para assistir à segunda volta das presidenciais.


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