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Jornalistas africanos e timorenses iniciam formação sobre cidadania em Lisboa
- 2-Feb-2003 - 14:52

Duas dezenas de jornalistas dos "novos estados de língua portuguesa" iniciam segunda-feira na Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa, um curso de formação patrocinado pela Fundação Gulbenkian, em que o "Direito" e as "novas tecnologias" são prioritários.

Três jornalistas timorenses vão pela primeira vez integrar este curso, essencialmente destinado a directores ou profissionais de comunicação social com funções destacadas.

O projecto, criado pela Fundação Gulbenkian em colaboração com a Universidade Católica Portuguesa, tem como objectivo proporcionar formação especializada a profissionais de comunicação social de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e, pela primeira vez, de Timor- Leste.

Diogo Pires Aurélio, coordenador do curso por parte da Fundação Gulbenkian, disse à agência Lusa que os módulos das matérias a ministrar se inserem num plano de cidadania e de conhecimentos superiores.

"Não se trata de um curso de jornalismo tradicional", explicou, referindo que embora este curso se insira num programa de três anos, previsto pela Fundação, foi possível analisar o primeiro e introduzir alguns ajustamentos para este segundo curso.

Os jornalistas farão também várias visitas de âmbito cultural.

Diogo Pires Aurélio, professor, disse que o primeiro curso foi muito apreciado pelos profissionais de comunicação social dos diferentes países participantes, e que se estabeleceu entre eles, originários de órgãos públicos e privados, uma rede entre profissionais que falam a mesma língua.

"As questões que preocupam os jornalistas são hoje mais próximas para todos, quer sejam de órgãos públicos ou privados", realçou o coordenador.

Ao II Curso para formação especializada de Jornalistas dos "Novos Estados de Língua Oficial Portuguesa" concorreram 159 candidatos.

O curso será ministrado por professores da Universidade Católica, tem 180 horas de duração e deverá terminar a 14 de Março.

A selecção dos participantes foi feita por concurso documental público, segundo os critérios aprovados pela Fundação Gulbenkian e pela UCP.

Os seleccionados são profissionais com experiência significativa, ocupando cargos de destaque nos órgãos de comunicação social dos seus países.

Angola e Moçambique estão representados por seis jornalistas cada e os restantes Estados por três profissionais cada.

Durante seis semanas os jornalistas receberão formação em áreas como a comunicação e política, relações internacionais, cooperação, media e publicidade, entre outras.

O primeiro curso realizou-se em 2001, na mesma Universidade, e foi frequentado por 18 profissionais.

Tratou-se de um desafio pioneiro em que se falou de direitos e liberdades, cidadania, liberdade de informação, governos, economias e novas tecnologias.

No encerramento desse primeiro curso, o antigo presidente da Fundação Gulbenkian, entretanto falecido, Victor Sá Machado, alertou para a necessidade da intervenção da comunicação social no que considerou uma "tremenda responsabilidade" na formação de uma consciência que "estruture uma sociedade civil, pedra angular da democracia".
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