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«CPLP é uma boa ideia mas que está a ser pouco eficaz»
- 1-Jul-2005 - 16:15
A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) é uma boa ideia, mas é insuficiente, pouco eficaz e dotada de uma prioridade política secundária, o que é simplesmente mau, afirmou hoje em Lisboa o professor Ernâni Lopes.
"A CPLP tem obrigação de ser uma prioridade de primeira linha no plano político" da Lusofonia, acrescentou o ex-ministro das Finanças português numa conferência proferida no âmbito do décimo aniversário da Organização das Instituições Supremas de Controlo (OISC) da CPLP, constituída pelos Tribunais de Contas dos países membros.
Considerando a organização como "uma estrutura política com insuficiente capacidade organizacional e financeira", o professor defendeu "a sua indispensável articulação com a sociedade civil para se vivificar o conceito de Lusofonia".
Segundo Ernâni Lopes, há uma "percepção difusa" desse conceito e uma (praticamente) inexistente identificação da CPLP" e a percepção do espaço lusófono deve começar a ser ensinada no ensino básico.
Nesse sentido, defendeu que a "construção da Lusofonia representa um ganho colectivo com interesse para todos os países" que falam português.
A construção da Lusofonia é "uma oportunidade de ancoragem estratégica para Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, um apoio vital para a Guiné-Bissau e Timor-Leste, um catalizador para o desenvolvimento de Angola e Moçambique, um instrumento de projecção para Macau e Brasil e uma questão estratégica decisiva para Portugal", concluiu o professor.
A Organização das Instituições Supremas de Controlo antecedeu à criação da CPLP, a 17 de Julho de 1996, com o objectivo de estabelecer uma cooperação técnica, científica e cultural na área de controlo e fiscalização do uso dos recursos públicos.
Durante a cerimónia do décimo aniversário da OISC foram ainda condecorados pelo presidente da Assembleia da República de Portugal, Jaime Gama, com o Grau da Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, o presidente do Tribunal Administrativo de Moçambique, António Luís Pale, e ministro do Tribunal de Contas do Brasil, Marcos Vinícios Vilaça.

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