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  Cabo Verde
Primeiro-ministro demitir-se-á se Nino Vieira ganhar as eleições
- 3-Jul-2005 - 0:45


O primeiro-ministro da Guiné- Bissau, Carlos Gomes Júnior, disse, na Cidade da Praia, que se demitirá caso João Bernardo "Nino" Vieira ganhe as presidenciais guineenses, que deverão ter lugar este mês.


O chefe do Executivo guineense justificou a sua decisão com a afirmação de que não vai coabitar «com um bandido e um mercenário que traiu o seu povo».

Carlos Gomes Júnior referia-se ao envolvimento de tropas estrangeiras no conflito de 7 de Junho de 1998, que culminou, 11 meses depois, com a deposição de Nino Vieira da Presidência da República.

O primeiro-ministro guineense disse ainda que o apoio manifestado a "Nino" Vieira por Kumba Ialá tem como pressuposto o ex-presidente, deposto em Setembro de 2003 por um golpe militar, ser agora nomeado para primeiro-ministro se o "seu" candidato ganhar.

Depois de garantir que se demite do cargo se João Bernardo "Nino" Vieira for o vencedor da segunda volta das presidenciais, Carlos Gomes Junior afirmou que o ex-presidente "enganou o povo" quando pediu perdão pelos seus erros do passado, porque está mal intencionado.

No entanto, mostrou-se "confiante" na vitória de Malam Bacai Sanhá, candidato apoiado pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, de que é presidente), porque "eles - João Bernardo e Kumba Ialá - podem-se coligar, mas o PAIGC não é um partido fácil de derrubar".

"Tenho atrás de mim um partido muito forte e, sabendo que o combate não é fácil, pensamos que na segunda volta temos grandes possibilidades de sair vencedores", disse.

A decisão de se demitir do cargo de primeiro-ministro é consequência, explicou Carlos Gomes Junior, da "impossibilidade de co-habitar com um bandido que traiu o povo".

"Nino Vieira conhece-me bem e eu conheço-o bem. Ele é um mercenário, traiu o povo da Guiné-Bissau e nós vamos combater arduamente para que ele nunca mais consiga o poder no país, porque esta gente não tem mais lugar na arena política guineense", enfatizou.

Nas eleições de 19 de Junho passado, "Nino" Vieira passou à Segunda volta com o segundo lugar na disputa eleitoral, tendo estas sido ganhas por Malam Bacai Sanhá, com o terceiro posto a ser ocupado por Kumba Ialá.

Carlos Gomes Júnior afirmou ainda, repetindo a acusação, que o povo da Guiné-Bissau foi igualmente "traído pelo poder judicial", porque o Supremo Tribunal de Justiça, alegadamente contrariando a Carta de Transição Política emanada do golpe de Setembro de 2003, aceitou as candidaturas de Kumba e "Nino" Vieira.

"Se assim não fosse, se o poder judicial não tivesse traído o povo, nem um nem outro teriam sido candidatos", apontou.

Carlos Gomes Júnior iniciou ontem uma curta visita oficial a Cabo Verde, a caminho de Lisboa, onde permanecerá dois dias.


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