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  Cabo Verde
«Perdão da dívida ao país é uma questão de coerência»
- 8-Jul-2005 - 15:53


O ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades de Cabo Verde, Victor Borges, considerou que um eventual perdão da dívida externa do arquipélago pelos países ricos é uma "questão de coerência".


Cabo Verde é "logicamente merecedor" desse perdão por observar práticas como a boa governação, o respeito pelos direitos humanos e a luta contra a corrupção, que "costumam condicionar a ajuda" dos países ricos, sublinhou.

"A defesa desses valores tem origem no norte pelo que, quando um país do sul faz reivindicações explícitas de perdão da sua dívida externa com base no respeito pelos mesmos, é uma questão de coerência atender a essas reivindicações", defendeu Victor Borges.

O ministro cabo-verdiano considerou ser este um "argumento de peso que não poderá deixar indiferentes os dirigentes mundiais" que sempre defenderam a necessidade de rigor e transparência na gestão dos assuntos públicos.

Assim, a lógica que preside às diligências de Cabo Verde para conseguir o perdão da dívida externa é baseada na ideia de "encorajar e recompensar" as boas práticas, e não o contrário, frisou Borges.

Sobre a deslocação à Europa, destinada a advogar a pretensão cabo- verdiana ao perdão da dívida externa, Victor Borges mostrou-se "optimista" quanto a essa possibilidade.

"Fomos bem acolhidos, particularmente em Berlim, onde recebemos promessas de que a questão seria retomada ao mais alto nível. Também em Bruxelas, junto da União Europeia (UE), tivemos algumas discussões, que terão certamente o eco desejado", afirmou.

Victor Borges disse acreditar que a questão vai entrar "definitivamente", na agenda internacional, considerando "um bom sinal para Cabo Verde" as declarações recentes do Presidente norte- americano, George W. Bush, em que associou o perdão da dívida à boa governação.

A ofensiva diplomática de Cabo Verde para o perdão da dívida externa antecedeu, em alguns dias, a cimeira do G8 (sete países mais industrializados - Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Canadá, Estados Unidos, Japão - e Rússia), que decorre em Gleneagles (Escócia) e cuja questão das dívidas é tema central.


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