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  Cabo Verde
FAO estuda financiamento de projetos e efeitos do mau ano agrícola
- 7-Feb-2003 - 10:19

Duas delegações do Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) estão em Cabo Verde para analisar a elegibilidade de projectos do governo a financiamentos internacionais e a situação do ano agrícola.

A primeira delegação tem como missão estudar os projectos relacionados com a agricultura e com a segurança alimentar, que serão inscritos no Plano Nacional de Desenvolvimento (PND), visando eventuais financiamentos pela própria FAO ou por outros parceiros de desenvolvimento do país.

A segunda delegação está a proceder ao levantamento dos efeitos do mau ano agrícola, para posterior análise com o governo dos mecanismos de ajuda às populações rurais afectadas.

De acordo com o consultor de projectos da representação da FAO em Cabo Verde, o que for decidido em relação a esta última questão "será materializado no Plano de Emergência aprovado pelo governo no ano passado".

Quanto à missão da primeira delegação, Jean Claude Borges adiantou que alguns dos projectos em análise "poderão ser financiados pela FAO, mas nunca em valores superiores a 400 mil euros", o limite disponibilizado pela organização para estes casos.

Assim, informou, a FAO desempenhará um "papel de intermediário junto da comunidade internacional, para conseguir o grosso dos financiamentos requeridos pelos projectos".

Borges considerou existirem "boas perspectivas", uma vez que são "projectos de desenvolvimento que reúnem os requisitos necessários para concorrerem, com sucesso, a esse género de financiamentos".

As duas delegações da FAO estão desde quarta-feira em Cabo Verde, e a primeira, conduzida pelo chefe da Divisão de Políticas e Programas da organização, Maiga Atthaer, tem uma composição multidisciplinar, e estará no arquipélago durante 10 dias.

Por sua vez, a delegação encarregada de analisar e propor soluções para minimizar os efeitos do mau ano agrícola, que já teve vários encontros com as autoridades cabo-verdianas e visitou algumas localidades rurais, deixa Cabo Verde no próximo sábado.

Esta missão, que também é coordenada por um alto funcionário da FAO, Manuel Vazela, chefe da Divisão de Operações Especiais, é ainda integrada por Amadou Mokhtar Konaté, do Comité Inter-Estados de Luta Contra a Seca no Sahel (CILSS).

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