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PT suspende pagamento de suas dívidas por falta de recursos
- 16-Jul-2005 - 14:37
O Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente Lula da Silva, suspendeu o pagamento de suas dívidas por falta de dinheiro, na sequência de um escândalo de corrupção, afirmou sexta-feira o novo secretário- geral do PT.
Ricardo Berzoini, que substitui recentemente Sílvio Pereira, acusado de participação em escândalos de corrupção, avançou que as dívidas totais do PT ascendem a cerca de 20 milhões de reais (sete milhões de euros).
"Os pagamentos estão suspensos porque não temos dinheiro e não podemos pagar aos nossos credores", afirmou Ricardo Berzoini, que deixou o cargo de ministro do Trabalho de Lula da Silva para assumir a secretaria-geral do PT.
Ricardo Berzoini avançou igualmente que a direcção anterior do PT, do então presidente José Genoíno, aumentou os gastos com a aquisição de uma sede em São Paulo, para além da realização de diversos eventos.
José Genoíno também foi afastado há uma semana da direcção do PT por envolvimento num escândalo de corrupção que incluiria o pagamento de uma verba mensal de cerca de 10 mil euros a alguns deputados no Congresso brasileiro.
Em troca, esses parlamentares de vários partidos passariam a apoiar os projectos apresentados pelo Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
As denúncias de corrupção estão a ser investigadas por uma comissão especial, constituída por deputados e senadores no Congresso brasileiro.
José Genoíno foi substituído por Tarso Genro, antigo prefeito de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul, e que deixará o cargo de ministro da Educação para dedicar-se à direcção do PT.
"Estamos a tomar medidas para evitar que o descontrolo das contas do partido se repita no futuro", salientou Ricardo Berzoini, que participa de uma comissão especial formada para avaliar as contas do PT.
A comissão foi criada depois do afastamento da direcção do partido, envolvida nos escândalos, nomeadamente o antigo tesoureiro Delúbio Soares.
Ricardo Berzoini realçou que a nova direcção vai rever contratos e reduzir as despesas do partido, como forma de retomar o pagamento das dívidas.
"Não há nenhuma razão para que o partido seja deficitário. É necessário que os nossos militantes tenham confiança na nova direcção", disse o novo secretário-geral do PT.

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