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Presidente da CPLP defende programa específico para Guiné-Bissau
- 19-Jul-2005 - 19:36
O presidente em exercício da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa(CPLP), Ovídeo Pequeno, defendeu hoje em Luanda o estabelecimento pela comunidade de um programa "específico" de apoio à Guiné-Bissau, instando os intervenientes no processo eleitoral a aceitarem o veredicto das urnas.
"A CPLP deve estabelecer um programa específico de apoio à Guiné-Bissau", salientou Ovídeo Pequeno, encorajando "as forças políticas, as organizações da sociedade civil, as populações os candidatos a darem mostras do seu patriotismo, para que, tal como na primeira, a segunda volta das eleições presidenciais decorra de forma pacífica, com civismo e que seja aceite o veredicto das urnas".
O também chefe da diplomacia de São Tomé e Príncipe discursava na abertura dos trabalhos da X reunião do Conselho de ministros dos Negócios Estrangeiros da CPLP, que decorre hoje e quarta-feira na capital angolana.
Ovídeo Pequeno realçou que a Guiné-Bissau ocupa lugar "prioritário" na agenda do encontro e que a CPLP acompanha com "bastante atenção" a situação neste país membro da comunidade.
Noutro passo da sua intervenção, instou os Estados membros a trabalharem na elaboração conjunta de projectos de cooperação mais realistas.
"Deveremos trabalhar na elaboração conjunta de projectos de cooperação mais realistas nos domínios que nos são comuns, designadamente nos sectores da saúde, educação, formação e novas tecnologias de informação, explicitou.
Dirigindo-se aos países menos desenvolvidos da comunidade, recomendou que se dê "particular e prioritária atenção" ao Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP), dotando-o de meios humanos e financeiros capazes de permitir a execução plena das suas tarefas.
"Deveremos pois alargar o âmbito da actuação do IILP para que este não se esgote apenas no estrito aspecto da língua portuguesa, mas oriente também as suas acções para a divulgação e promoção das culturas dos países membros", precisou.
O presidente em exercício da CPLP frisou, no entanto, que, no desenvolvimento de projectos concretos de cooperação, se deverá envolver cada vez mais o Conselho Empresarial da comunidade na busca de meios financeiros para a sua materialização.
"A CPLP deverá cada vez mais dar mostras de que é uma organização que se preocupa com o desenvolvimento, porque os destinatários últimos das nossas acções são as nossas populações, que aguardam os resultados práticos dessa nossa parceria", disse Idêntico ponto de vista foi defendido pelo ministro das Relações Exteriores angolano, João Miranda, que anunciou para quarta- feira a inauguração do centro de excelência em desenvolvimento empresarial na capital angolana, tendo em atenção a reforma na organização dos Estados da comunidade de língua portuguesa.
A instituição (centro de excelência), "destina-se particularmente aos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e a Timor-Leste para a promoção do espírito empreendedor dos cidadãos, sendo um agente de desenvolvimento à altura das exigências da nossa época", disse Miranda.
"Com a institucionalização deste centro em Angola e outro na área da administração pública em Moçambique (Ó), a CPLP está a dar passos significativos na capacitação dos recursos humanos", referiu.
A CPLP assinalou no passado domingo o seu IX aniversário da sua proclamação.
Na opinião de João Miranda, a organização tem dado passos Svisíveis", sobretudo a nível da cooperação cultural, empresarial e desportiva.
O encontro, que decorre à porta fechada, vai aprovar os relatórios do secretário executivo referentes ao período 2004/2005, da coordenadora do Comité de Concertação Permanente e do presidente do Conselho de ministros.
O estatuto de observador, regulamento dos embaixadores de boa vontade, o estreitamento das relações entre o Instituto de Língua Portuguesa e a CPLP, a par das missões especiais da comunidade, são outros assuntos agendados.
Integram a CPLP Portugal, Angola, Brasil, Cabo-Verde, Guiné- Bissau, São Tomé e Príncipe, Moçambique e Timor-Leste.

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