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  Cabo Verde
Chefe dos observadores da UE preocupado com o aumento da tensão
- 20-Jul-2005 - 22:45


O chefe da missão de observação da União Europeia (UE) à segunda volta das presidenciais de domingo na Guiné-Bissau está preocupado com a crescente tensão política no país e apelou hoje à contenção dos candidatos e apoiantes.


"O clima político está a mudar e a tensão a aumentar. A campanha está a intensificar-se e os candidatos não parecem economizar insultos entre si. Há uma provocação deliberada de ambos os lados", referiu o eurodeputado belga Johan Van Hecke, numa reunião com os cerca de 90 observadores eleitorais dos "25".

Segundo Van Hecke, que já chefiou a missão de observação na primeira volta, realizada a 19 de Junho último, os discursos de ambos os candidatos concentram-se "mais no passado de cada um do que no futuro do próprio país" e também "mais em lideranças carismáticas do que no conteúdo".

"Os dois candidatos - Malam Bacai Sanhá e João Bernardo "Nino" Vieira - parecem estar a tentar solucionar uma disputa sobre o controlo de um partido (Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde - PAIGC, no poder) e sobre a guerra civil de 1998/99", vincou o eurodeputado belga.

No seu discurso, Van Hecke deu conta da necessidade de os observadores europeus terem de ser pragmáticos e objectivos na análise decorrente dos últimos acontecimentos políticos e dos incidentes registados ao longo dos 13 primeiros dias da campanha, que termina sexta-feira com os dois candidatos em Bissau.

Nesse sentido, explicou os acontecimentos registados sábado passado, em que morreram dois elementos dos Serviços de Segurança do Estado (SIE, serviços secretos) numa tentativa de assalto às instalações do Ministério do Interior.

O ataque - prosseguiu Van Hecke - seguiu-se à morte de três jovens (as autoridades locais falam em quatro) durante uma marcha não autorizada realizada a 24 de Junho último, dois factos que vieram aumentar a tensão política e militar.

"Várias instituições e enviados especiais emitiram comunicados expressando preocupação face ao aumento das tensões e exortando todos os participantes a ajudar na manutenção da atmosfera pacífica e ordeira que caracterizou o processo eleitoral na primeira volta das presidenciais", destacou.

Por isso, Van Hecke aproveitou a presença dos jornalistas para lançar mais um "veemente apelo" aos candidatos e às respectivas assessorias de campanha para que "orientem" os apoiantes e simpatizantes, de forma a garantir que a paz prevaleça nos poucos dias que faltam para o acto eleitoral.

"A nossa missão - lembrou aos observadores - é avaliar se a eleição é conduzida de maneira transparente e genuinamente democrática, de acordo com os critérios internacionais para eleições definir a democraticidade de uma votação".

"Mas, mais importante ainda, através de uma longa presença no país, a nossa missão pretende também contribuir para o fortalecimento da confiança de todos neste processo eleitoral vital", acrescentou, lembrando que a União Europeia fez um "substancial investimento financeiro" nas eleições guineenses.

O chefe da missão de observação eleitoral, que já desempenhou idênticas funções nos processos eleitorais na Serra Leoa e no Ruanda, elogiou também o "excelente trabalho" desenvolvido pela Comissão Nacional de Eleições (CNE)guineense que, do ponto de vista técnico, tem tudo pronto para o dia da votação.

Presentes na reunião estiveram também o delegado da Comissão Europeia (CE) em Bissau, o diplomata português António Moreira Martins, o presidente da CNE, Malam Mané, e representantes das embaixadas de Portugal e França em Bissau.

A UE, à semelhança da primeira volta, destacou para as presidenciais da Guiné-Bissau um total de 87 observadores eleitorais - sete peritos, 20 de longa duração, que estão no país desde Maio último, e 60 de curta duração, cuja grande maioria chegou na madrugada de terça- feira à capital guineense.


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