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  Cabo Verde
Presidente cessante acredita votação livre e transparente
- 22-Jul-2005 - 16:00


O chefe de Estado cessante da Guiné- Bissau disse acreditar que a segunda volta das eleições presidenciais de domingo vai decorrer sem incidentes e de forma livre e transparente e apelou à maturidade política dos guineenses.


Henrique Rosa falava aos jornalistas momentos antes de abandonar Bissau, com destino a Acra (Gana), primeira etapa de uma deslocação que o levará também a Abuja (Nigéria), onde vai agradecer, em fim de mandato, todo o apoio dado à Guiné-Bissau pelos presidentes daqueles dois Estados.

"Estou plenamente convencido e confiante de que vamos ter eleições livres, justas e transparentes. Tenho também a certeza de que não haverá violência porque conto com a maturidade do povo da Guiné- Bissau e das pessoas que estão envolvidas" no processo eleitoral, afirmou o presidente guineense.

Mais de 538 mil eleitores vão domingo às urnas para escolher o sucessor de Henrique Rosa na presidência da República guineense, a que ascendeu a 28 de Setembro de 2003.

à votação apresentam-se dois candidatos, Malam Bacai Sanhá, apoiado pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder), e João Bernardo "Nino" Vieira, que concorre como independente.

Sobre a sua deslocação ao Gana e à Nigéria, de onde regressará hoje à noite, Henrique Rosa indicou que se destina unicamente a agradecer todo o apoio manifestado pelos chefes de Estado John Kufuor e Olusegun Obasanjo, respectivamente, aos "conturbados" processos de transição e eleitoral no país.

Henrique Rosa salientou que irá também pedir a Kufuor, antigo líder da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), e a Obasanjo, actual presidente da União Africana (UA), que continuem a apoiar a Guiné-Bissau após as presidenciais de domingo.

O chefe de Estado guineense efectuou terça-feira idêntica visita de cortesia ao Senegal, onde agradeceu ao seu homólogo senegalês, Abdoulaye Wade, os esforços de pacificação no processo de transição guineense, iniciado após o golpe de Estado que afastou Kumba Ialá da presidência da Guiné-Bissau, a 14 de Setembro de 2003.


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