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  Cabo Verde
Primeiro-ministro dá o dito por não dito e vai manter-se no cargo
- 4-Aug-2005 - 16:48


O primeiro-ministro guineense disse hoje aos representantes da comunidade internacional residentes em Bissau que se manterá na chefia do governo, contrariando a ameaça de se demitir caso "Nino" Vieira fosse eleito chefe de Estado.


Num encontro com elementos do corpo diplomático e representantes de organismos internacionais acreditados no país, Carlos Gomes Júnior declarou que o seu governo não vai demitir-se de funções.

"Persuadido pela legitimidade democrática que lhe foi conferida nas urnas, pelos compromissos que decorrem do contrato eleitoral estabelecido com o povo guineense, pelas conquistas registadas durante o exercício governativo e pelos compromissos com os parceiros de desenvolvimento, o governo assegura-vos que se manterá firme na prossecução de actividade governativa", disse Carlos Gomes Júnior.

Numa visita oficial a Cabo Verde, dias antes do início da campanha eleitoral para a segunda volta das presidenciais, o primeiro-ministro guineense ameaçou abandonar a chefia do executivo caso "Nino" Vieira fosse eleito presidente da República.

Gomes Júnior, que mantém divergências pessoais públicas com o antigo chefe de Estado guineense, justificou a sua ameaça de demissão com a indisponibilidade de co-habitar com "Nino" Vieira, a quem chamou "mercenário e traidor do povo".

Hoje, Carlos Gomes Júnior informou os elementos da comunidade internacional que mantém o propósito de devolver a credibilidade interna e externa ao país e, por isso, o governo não se demitirá de funções.

O chefe de executivo destacou ainda a "credibilidade conquistada" e os "desafios" que se avizinham para justificar a intenção do executivo se manter em funções.

Por outro lado, Carlos Gomes Júnior agradeceu a contribuição da comunidade internacional durante a fase de transição política, em parte, conduzida pelo seu governo e as ajudas prestadas para a realização das eleições presidenciais.

Falando do processo eleitoral em si, o primeiro- ministro considerou ter decorrido dentro de um clima de segurança e tranquilidade, enfatizando que, efectivamente, foi um processo "livre e transparente".

Na opinião de Carlos Gomes Júnior o actual executivo, do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo (PAIGC, força politica de que é líder), sente que cumpriu a sua missão, contribuindo para fazer regressar o país à normalidade institucional.


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