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  Brasil
Administrador do BESI diz que Marcos Valério o apresentou ao ex-ministro Dirceu
- 4-Aug-2005 - 22:35

O administrador do BESI no Brasil afirmou hoje ao jornal O Globo que teve uma audiência em Janeiro com o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu que estava acompanhado por Marcos Valério, considerado o responsável pelo esquema do "mensalão".


As declarações de Ricardo Espírito Santo, administrador do banco de investimento do grupo BES no Brasil, foram publicadas na edição de hoje de O Globo.

Espírito Santo informou também que foi Marcos Valério, o suposto "homem da mala" que pagava parlamentares para apoiarem o governo no Congresso, quem se ofereceu para apresentá-lo a José Dirceu.

No seu depoimento à Comissão de Ética da Câmara dos Deputados, na terça-feira, José Dirceu, antigo "homem forte" do governo Lula da Silva, omitiu esse encontro ao ser-lhe perguntado se já estivera com Valério.

Essa reunião, que consta da agenda oficial do ex-ministro, ocorreu 13 dias antes da viagem de Marcos Valério e Emerson Palmieri, do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), a Portugal.

Na terça-feira, o deputado Roberto Jefferson, ex-presidente do PTB e autor das principais denúncias de corrupção contra o governo, acusou Dirceu de tentar um acordo com a Portugal Telecom para que a empresa financiasse ilegalmente o Partido dos Trabalhadores (PT) e o PTB.

Segundo Jefferson, o ex-ministro teria marcado um encontro entre o presidente Lula da Silva e a direcção da Portugal Telecom no final de 2004 e depois autorizado a ida de "emissários do PT e do PTB a Portugal para que negociassem com a empresa "um acordo que pusesse em dia as contas dos dois partidos".

Dirceu negou de "forma peremptória" a acusação e disse não ter qualquer envolvimento em alegadas negociações com a Portugal Telecom, da qual o Banco Espírito Santo é um dos principais accionistas.

O grupo Portugal Telecom negou também a denúncia.

O ex-ministro confirmou ao O Globo que recebeu em Janeiro Ricardo Espírito Santo, que estava acompanhado por Marcos Valério.

De acordo com José Dirceu, Marcos Valério estaria a prestar serviços ao BES, que pediu a audiência para comunicar o seu interesse em novos investimentos.

Ricardo Espírito Santo negou, entretanto, que tenha feito negócios com Valério e que este prestasse serviços ao seu banco.

"Nunca fiz qualquer serviço com Marcos Valério. Ele ofereceu- se para me apresentar ao ministro Dirceu. Por isso, estava na audiência. No encontro, falámos sobre os projectos do Grupo Espírito Santo no Brasil. Nunca solicitei qualquer tipo de favor ou ajuda do governo. Não trabalhamos com o governo nem com política", disse o presidente do BES ao "Globo".

De acordo com Ricardo Espírito Santo, o banco não tem negócios com o empresário acusado de ser o operador do "menesalão".

"Não precisamos de intermediários", afirmou o banqueiro.

Outra denúncia do deputado Roberto Jefferson foi a de que Marcos Valério teria tentado convencer a direcção do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) a transferir parte das reservas técnicas aplicadas noutros bancos europeus para o banco português Espírito Santo.

O montante rondaria os 600 milhões de dólares (486 milhões de euros).

Por essa transferência, segundo Jefferson, o banco português pagaria uma comissão para ser dividida entre o PT e o PTB.


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