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  Brasil
Empresas portuguesas (PT e BES) na rota do «mensalão»
- 4-Aug-2005 - 22:38


Um membro da comissão que investiga as denúncias de corrupção no Brasil sugeriu hoje a visita de uma comitiva de parlamentares a Portugal para esclarecer a suposta participação de empresas portuguesas.


O deputado Paulo Baltazar, membro da comissão especial, acredita que é preciso esclarecer as denúncias em relação ao suposto envolvimento da Portugal Telecom e do Banco Espírito Santo (BES) com Marcos Valério.

O publicitário é apontado como o "homem da mala" que efectuaria o pagamento de uma quantia mensal a deputados brasileiros, a pedido da direcção do Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente Lula da Silva.

"Sugiro que uma delegação vá a Portugal esclarecer esses factos, porque, se há políticos corruptos, precisamos de encontrar os corruptores", afirmou.

A proposta foi feita logo após um novo depoimento do deputado Roberto Jefferson, autor das denúncias que revelaram a existência de um "saco azul" do PT e do "mensalão" no Parlamento brasileiro.

A suposta participação de empresas portuguesas no escândalo do "mensalão" foi um dos principais temas da reunião de hoje da comissão que investiga as denúncias.

Roberto Jefferson confirmou que Marcos Valério, o seu sócio Rogério Tolentino e o tesoureiro do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Emerson Palmieri, foram recebidos pela direcção da PT Telecom em Janeiro deste ano, em Lisboa.

"Eles voltaram de mãos vazias (de Lisboa), mas isto demonstra que Marcos Valério não operava apenas com recursos de publicidade", disse Jefferson.

"Por alguma razão, a operação não foi realizada. A conversa é de que renderia oito milhões de euros, cerca de 24 milhões de reais, sendo 12 milhões de reais para o PT e para o PTB", salientou o parlamentar.

Em nota distribuída à imprensa, a Portugal Telecom admitiu que manteve contactos com o publicitário Marcos Valério em Lisboa, para tratar da compra da empresa Telemig Celular pelo grupo português.

O presidente da Portugal Telecom, Miguel Horta e Costa, negou entretanto qualquer participação do grupo português no escândalo do "mensalão".

Roberto Jefferson reafirmou ainda que foi procurado por Marcos Valério para que o PTB apoiasse a transferência de um depósito de 600 milhões de dólares de uma estatal brasileira num banco do Reino Unido para o BES.

Em contrapartida, os dois partidos, PT e PTB, receberiam cerca de 100 milhões de reais do BES, segundo a denúncia de Roberto Jefferson, o que acabou por não se efectivar.

"Valério disse que essa operação seria o início de uma ajuda aos nossos partidos", disse o parlamentar, durante o seu depoimento de hoje no Congresso brasileiro.

Roberto Jefferson salientou que o então ministro das Obras públicas, transportes e comunicações português António Mexia recebeu Marcos Valério, "na qualidade de consultor do presidente do Brasil e a pedido de Miguel Horta e Costa", presidente da Portugal Telecom.

A Presidência da República divulgou terça-feira um comunicado em que nega que Marcos Valério tenha sido autorizado a apresentar-se como "consultor do presidente do Brasil".

Ricardo Espírito Santo, do BES, admitiu na edição de hoje do jornal O Globo que esteve com o então ministro José Dirceu, a 11 de Janeiro último, acompanhado de Marcos Valério.

José Dirceu, antigo ministro da Casa Civil, é apontado por Roberto Jefferson com o cabecilha da operação do pagamento de quantias mensais a deputados brasileiros.


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