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Mari Alkatiri deu partida simbólica para expedição Díli-Porto
- 6-Aug-2005 - 19:36
O primeiro-ministro de Timor-Leste, Mari Alkatiri, deu hoje a partida simbólica para a expedição que ligará Díli ao Porto, norte de Portugal, em mota, numa aventura que deverá terminar somente em Novembro.
A aventura deverá ser conduzida por três motociclistas portugueses, João Pedro Pereira, Porfírio Santos Silva e Osvaldo Dias, em duas etapas, num total de cerca de 20 mil quilómetros, que os levará primeiro a atravessar a Austrália e depois parte da América do Sul.
Em declarações após ter recebido os motociclistas portugueses, Mari Alkatiri recordou que também ele foi motociclista, desporto com tradição em Timor-Leste.
"Tinha uma 125, e numa noite, em frente de onde hoje fica o heliporto, fui contra um cavalo que vinha desgarrado e fui parar ao banco de urgência", recordou.
Quanto à expedição, Mari Alkatiri achou-a um "desafio".
"Desta vez a ligação entre os dois povos será feita ao contrário, de mota e não de caravela", destacou.
Os motociclistas portugueses entregaram a Mari Alkatiri uma mensagem do presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, e uma serigrafia do mestre português José Rodrigues.
Antes da partida, Mari Alkatiri ofereceu uma "salenda" (pano tradicional timorense) a cada um dos motociclistas, tendo em seguida posado para a fotografia com os três, montado em cada uma das motas.
João Pedro Pereira, 37 anos e supervisor de correio urgente, explicou à Lusa que este tipo de expedições, que já os levaram a Macau, Ormuz, Bissau ou Luanda, são feitas de dois em dois anos.
"Fazemos isto ano sim e ano não. E, com a compreensão das entidades patronais, conseguimos guardar férias de um ano para o outro", acrescentou.
Os outros companheiros de aventura, Porfírio Santos Silva, 49 anos, e Osvaldo Dias, 50 anos, são ambos consultores de empresas.
A ligação Díli-Porto representa a concretização do projecto "Dois povos, um Sonho: Liberdade" e resulta de uma iniciativa da Associação Cultural e Desportiva Na Rota dos Povos (NRP).
Nesta viagem, atravessarão a Austrália, ligando Darwin, no norte, a Melbourne, onde embarcarão as motas para a capital peruana.
Na segunda etapa, a partir de Lima, os motociclistas cruzarão os Andes, atravessarão o deserto de Atacama, no Chile, e atingirão a Terra do Fogo, no extremo sul do continente americano, atravessando depois o Brasil desde o seu ponto mais a sul até ao seu limite norte, de acordo com a página que a NRP mantém na Internet e que pode ser visitada em www.narotadospovos.com.
As motas são embarcadas segunda-feira para a Austrália, e os três deixam Díli dois dias depois, aguardando em Darwin a chegada do navio para então iniciarem a expedição.
Dois dos três motociclistas portugueses foram recebidos sexta- feira pelo presidente Xanana Gusmão.

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