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  Cabo Verde
Recurso de Bacai Sanhá dá entrada quinta-feira no Supremo Tribunal
- 10-Aug-2005 - 23:04


A directoria de Malam Bacai Sanhá, candidato derrotado nas presidenciais guineenses, vai entregar quinta-feira ao Supremo Tribunal de Justiça, um "dossier" fundamentando a contestação dos resultados eleitorais.


Hoje divulgados, os resultados dão a vitoria a "Nino" Vieira.

Segundo Fernando Gomes, um dos juristas guineenses que estão a assessorar a directoria de Malam Bacai Sanha, o documento já está pronto a seguir para a mais alta instância de administração de justiça na Guiné-Bissau.

"O nosso dossier já está pronto. Amanhã de manhã, quinta-feira, seguirá para o Supremo Tribunal, onde esperamos que nos seja feita justiça", disse Fernando Gomes, ex-presidente da Aliança Socialista Guineense e também fundador e ex-presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos.

O jurista participou hoje num encontro com os jornalistas na sede do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder) ao lado de outros dirigentes de pequenas forças políticas que apoiaram a candidatura de Bacai Sanhá.

Nas suas intervenções, todos foram unânimes em não reconhecer os resultados eleitorais hoje divulgados pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), insistindo em que a última palavra caberá agora ao STJ.

Tanto Fernando Gomes como Iancuba Injai (do Partido da Solidariedade e Trabalho, PST) e Isidoro Rodrigues (um dissidente do Partido da Renovação Social, PRS) sublinharam esperar que o STJ ordene a reabertura das urnas eleitorais, em seu entender a única formula para "repor a justiça", uma vez que, argumentam, há fortes indícios de existência de boletins falsos.

"A única coisa que pedimos e esperamos do Supremo Tribunal é que seja árbitro e nos faça justiça neste país, mandando abrir as urnas para que possamos saber, de facto, quem realmente foi o candidato mais votado", disse Iancuba Injai.

Por outro lado, os três dirigentes políticos recordaram situações de disputa eleitoral ocorridas em "muitos países do mundo", nomeadamente, Etiópia, Madagáscar e Ucrânia, onde o povo manifestou a sua revolta perante "o roubo", acabando por vencer através de movimentos de protesto nas ruas.

"Na Etiópia, por exemplo, o povo protestou durante três meses e acabou por ver reconhecida a justeza da sua luta, e nós, se for preciso, podemos lutar três anos até que nos dêem a nossa vitória", afirmou Fernando Gomes.

Os três dirigentes políticos apelaram aos apoiantes de Bacai Sanhá para que protestem, sim, mas no respeito das leis da República, sem recurso a violência e evitando atitudes provocatórias que possam vir da candidatura de Nino Vieira.


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