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  Brasil
Presidente confia na criação de consórcio petrolífero de países lusófonos
- 19-Aug-2005 - 18:40


O presidente de São Tomé e Príncipe disse à Agência Lusa que o seu país pretende criar até o final deste ano um consórcio com empresas petrolíferas de Portugal, Brasil e Angola para actuar no arquipélago africano.


Por Carla Mendes
da Agência Lusa

"Seria um consórcio em que entraria o Brasil com a Petrobras, Portugal com a Galp Energia, Angola com a Sonangol e São Tomé e Príncipe com a Petrogás", precisou o presidente são-tomense.

Fradique de Menezes falava em Brasília antes de embarcar para o Rio de Janeiro, onde hoje tem encontros com representantes da Petrobras.

"A Petrobras tem estado a encorajar-nos a estar presente tanto na zona de exploração conjunta com a Nigéria, como na zona exclusiva de São Tomé e Príncipe. Mas temos de sair das palavras e concretizar algo até o final deste ano, sobretudo em parceria com outros países", acrescentou.

Na visita oficial a Brasília, na quinta-feira, a situação da Guiné-Bissau mereceu destaque nos encontros entre o presidente são- tomense, o seu homólogo brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim.

Em comunicado conjunto, os dois presidentes manifestaram sua "preocupação ante a instabilidade que ainda persiste na Guiné-Bissau", após as duas voltas das eleições presidenciais, e exortaram todos os actores políticos do país a fazerem "esforços para preservação da ordem institucional".

Na condição de presidente da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Fradique de Menezes viajará a Bissau, após sua visita ao Brasil, em missão de solidariedade.

Fradique de Menezes disse à Lusa que vai reunir-se com o presidente cessante, Henrique Rosa, com o vencedor das eleições presidenciais, "Nino" Vieira, e com os candidatos derrotados para levar uma mensagem de esperança.

"É importante que os guineenses encontrem uma solução pacífica face aos resultados eleitorais e que o país possa avançar e encontrar o caminho do desenvolvimento. O povo guineense está carente de paz e de estabilidade", destacou.

Questionado pela Lusa sobre a rejeição da União Africana (UA) da proposta do Grupo dos Quatro (G-4) - Brasil, Índia, Alemanha e Japão - sobre a reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas, Menezes disse ser possível que os africanos reconsiderem a decisão.

Na cimeira de Addis Abeba, na Etiópia, no passado dia 04, a UA não ratificou a proposta do G-4 que defende mais seis assentos permanentes no Conselho de Segurança, preferindo aprovar sua própria proposta, que prevê duas vagas permanentes para a África com poder de veto.

"Foi criada uma comissão +ad hoc+ que está a procurar uma melhor análise da situação. É possível que nós possamos voltar atrás na decisão tomada e acertarmos com o G-4", referiu.

O presidente de São Tomé e Príncipe fez referência também à actual crise política brasileira, deflagrada por denúncias de corrupção no governo.

Em discurso proferido no Itamaraty, Fradique de Menezes disse que, "sem querer interferir nos assuntos internos", acredita no fortalecimento da democracia e das instituições brasileiras após esta crise, que, na sua opinião, "não deve abalar o crescimento económico do Brasil".

No âmbito bilateral, os presidentes Lula da Silva e Fradique de Menezes assinaram uma adenda a um acordo sobre cooperação para o combate à SIDA em São Tomé e Príncipe que permitirá o tratamento de todos os são-tomenses portadores do vírus HIV.

Actualmente, o arquipélago africano recebe do Brasil, no âmbito do Programa de Cooperação Internacional (PCI) do Ministério da Saúde, medicamentos para o tratamento de 100 pacientes seropositivos, no valor de 60 mil dólares (49 mil euros).

Os dois chefes de Estado comprometeram-se ainda a assinar "no mais breve prazo possível" um acordo sobre fixação de tarifas preferenciais entre o Mercosul e São Tomé e Príncipe que estabelece o marco jurídico para a criação futura de uma área de livre comércio entre as partes.

De acordo com o presidente Lula da Silva, os empresários brasileiros estão a ver em São Tomé e Príncipe uma "terra de oportunidades".

"A sua localização estratégica faz do país uma plataforma ideal para a entrada de produtos brasileiros na região do Golfo da Guiné", assinalou Lula no discurso que proferiu no Palácio do Itamaraty.

O presidente são-tomense termina hoje, no Rio de Janeiro, seu périplo ao Brasil, que incluiu visitas esta semana aos Estados do Ceará, Bahia e São Paulo.

Um dos objectivos da comitiva de Menezes, integrada pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, da Economia, da Educação e também por empresários, foi sensibilizar empresários brasileiros a investirem no arquipélago, nomeadamente no sector de comércio a retalho.

Em São Paulo, as autoridades são-tomenses acertaram em acordo com a empresa brasileira Embraer para a aquisição de um avião ERJ-145, segundo informaram à Lusa fontes diplomáticas dos dois países.

A aeronave de 55 lugares deverá ser incorporada na companhia aérea Air São Tomé no final deste ano.


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