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  Cabo Verde
Adiado julgamento dos acusados de massacre em Timor
- 28-Oct-2002 - 20:43

O painel especial de Crimes Sérios do Tribunal de Díli voltou hoje a adiar o julgamento de dois milicianos acusados de vários crimes contra a humanidade cometidos em 1999, por falta de testemunhas da acusação.


O painel especial de Crimes Sérios do Tribunal de Díli voltou hoje a adiar o julgamento de dois milicianos acusados de vários crimes contra a humanidade cometidos em 1999, por falta de testemunhas da acusação.

O processo, que começou em Fevereiro e que já sofreu sucessivos adiamentos, voltou hoje a ser adiado porque a procuradoria informou o tribunal que, na melhor das hipóteses, só poderá apresentar mais testemunhas depois de quarta-feira.

A procuradoria disse ao tribunal que já fez vários esforços para conseguir que as testemunhas fossem a Díli, não explicando exactamente que passos haviam sido dados.

O adiamento está a ser criticado em Díli tendo a organização não governamental (ONG) «Justice System Monitoring Program» emitido um comunicado relembrando que os dois acusados estão detidos há mais de um ano.

Conhecido como o caso de Lolotoe, o julgamento refere-se a um conjunto de crimes cometidos entre Maio e Setembro de 1999 naquela região do distrito de Bobonaro, a sudoeste de Díli.

Os adiamentos deveram-se de início ao facto de um dos juízes estar doente e mais tarde por problemas com o gabinete dos defensores públicos, com testemunhas e atrasos na preparação de intervenções.

O caso de Lolotoe é um dos dez prioritários da Seção de Crimes Sérios e sofreu repetidos adiamentos desde que começou, em 8 de Fevereiro deste ano.

João França da Silva (Joni França), José Cardoso Ferreira (Mouzinho) e Sabino Gouveia Leite, os três réus, são acusados de 27 casos de crimes contra a humanidade, incluindo prisão ilegal, tortura, actos desumanos, três raptos e quatro assassinatos.

O caso está a ser analisado por um painel de três juízes, Sylver Ntukamazina (Burundi), Maria Natércia Gusmão Pereira (Timor Leste) e Benfeito Mosso Ramos (Cabo Verde).


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