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Parceria para criar universidade entre Brasil e Cabo Verde é «crucial»
- 23-Aug-2005 - 0:37
A ministra cabo-verdiana da educação afirmou que a instalação da primeira universidade pública em Cabo Verde terá um impacto significativo no ensino superior do arquipélago e frisou que a parceria com o Brasil é "crucial".
Segundo Filomena Martins, a criação da Universidade de Cabo Verde poderá dobrar ou mesmo triplicar o número de alunos do ensino superior no país a curto prazo.
A governante, que acompanha o primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, na sua visita ao Brasil, reuniu-se com seu homólogo Fernando Haddad, em Brasília, para discutir a cooperação brasileira na criação da universidade, prevista para 2006 ou 2007.
"Nossa realidade financeira é limitada e nem todas as famílias conseguem proporcionar aos filhos a formação no exterior. Portanto, a parceria com o Brasil, neste momento, é crucial para nós", ressaltou a ministra cabo-verdiana da Educação e Valorização de Recursos Humanos.
Fernando Haddad disse ser "uma satisfação para o governo brasileiro poder ajudar Cabo Verde a instalar sua primeira universidade pública".
Ficou acertado que uma missão do Ministério da Educação (MEC) irá a Cabo Verde para fazer um diagnóstico do ensino superior no arquipélago e estreitar relações no desenvolvimento de projectos de pesquisa.
Segundo fontes diplomáticas, o tema foi abordado também nos encontros hoje do primeiro-ministro José Maria Neves com o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e com o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
José Maria Neves e as autoridades brasileiras não falaram com a imprensa.
A cooperação do Brasil para a instalação da universidade pública de Cabo Verde foi acertada em Julho do ano passado, durante a visita do presidente Lula da Silva ao arquipélago africano.
Actualmente, dos 300 professores do ensino superior de Cabo Verde, apenas três por cento são doutores e 21 por cento são mestres.
O governo de Cabo Verde pretende formar no Brasil o corpo docente da nova universidade, que será concebida segundo os padrões brasileiros de instituições públicas de ensino superior.
O presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães, defendeu, entretanto, que os resultados poderão ser mais rápidos se cursos brasileiros forem levados a Cabo Verde.
"Sugeri a formatação de cursos brasileiros já consolidados em áreas importantes, como saúde pública e epidemiologia, dentro da nova universidade ou dentro das faculdades que já existam", afirmou o presidente da Capes à Agência Brasil.
De acordo com Jorge Guimarães, experiências semelhantes estão a ser desenvolvidas em Moçambique e em Angola.

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