Construção e optimização de  web sites - NOVAimagem  - search engine optimization
           As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 director: Norberto Hossi
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Alto Hama

Em Angola
ainda se morre
antes de nascer

- 27-Aug-2005 - 19:29

Se não for possível deixar às gerações vindouras, nomeadamente às que têm no corpo e na alma a utopia eterna da lusofonia, algum património, ao menos lutemos para lhes deixar algo mais do que a expressão exacta da nossa cobardia. Como jornalista, como angolano, como ser humano, entendo que a situação angolana ultrapassa todos os limites, mau grado a indiferença criminosa de quem, em Angola ou no Mundo, nada faz para acabar com a morte viva que caracteriza um povo que morre mesmo antes de nascer.

Por Orlando Castro

E morre todos os dias, a todas as horas, a todos os minutos. E morre enquanto aqui em Portugal, se canta e se ri (como no tempo anterior ao 25 de Abril). E morre enquanto outros, em Luanda, comem lagosta.

Creio, aliás, que o próprio José Eduardo dos Santos tem consciência de que o actual estado das coisas não é uma solução para o problema angolano, é antes um problema para a solução. No caso da UNITA, tenho a certeza de que Isaías Smakuva tem a mesma consciência.

Assim sendo, é pequeno o passo que é preciso dar para que os angolanos, irmãos de sangue, deixem de falar de costas uns para os outros, deixem de transformar Angola numa gigantesca vala comum de miséria e fome.

Até agora, cada um ao seu estilo, Eduardo dos Santos e Samakuva teimam em confundir a obra-prima do mestre com a prima do mestre de obras. Teimam em esquecer que, afinal, num país onde não há pão... todos matam e todos morrem sem razão.

E como se isso não fosse suficiente, os outros (sobretudo Portugal) teimam também em confundir a estrada da Beira com a beira da estrada, achando legítimo que uns vivam à grande e à francesa e outros morram, achando que uns são os bons e os outros os maus, quando - reconheça-se - nesta situação todos são maus.

Angola tem generais a mais e angolanos a menos. Angola tem minas que chegam para encher durante um século os cemitérios. Angola tem feridas suficientes para ocupar os médicos (que não tem) durante décadas.

Portugal pode, Portugal deve, Portugal tem a obrigação de ajudar os angolanos a encontrar uma solução. Portugal pode, nesta matéria, encontar um imperativo nacional para voltar a sentar à mesma mesa os responsáveis angolanos, já não para encontrar a paz mas para, em paz, desenvolver o país.

orlando@orlandopressroom.com
27.08.2005


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
 
Anuncie no Noticias Lusofonas e dê a conhecer a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Ligações

 Jornal de Angola
 Sindicato dos Jornalistas
 AngolaPress - Angop
 Televisão de Angola
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Optimização de Sites Portugal por NOVAimagem