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País de expressão portuguesa com melhor índice de desenvolvimento
- 7-Sep-2005 - 19:40
Cabo Verde é o país de expressão portuguesa com melhor índice de desenvolvimento entre os Palops e aparece na coluna dos países de desenvolvimento médio. Para trás deixou São Tomé e Príncipe (126º) e Timor-leste (140º), que também são agracidos com o índice de desenvolvimento médio, Angola (160º), Moçambique (168º) e Guiné-Bissau, que compõe junto com mais 30 países o grupo dos mais atrasados do mundo.
Quinze anos após a publicação do primeiro Relatório do Desenvolvimento Humano e a 10 anos de se esgotar o prazo para serem cumpridos os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio - redução para metade da pobreza extrema, diminuição da mortalidade infantil, provisão de educação para todas as crianças e redução de doenças infecciosas -, o PNUD faz um alerta preocupante: «Não são muitos os motivos para celebrações».
Esta organização das Nações Unidas reconhece que, em média, as pessoas dos países em desenvolvimento estão mais saudáveis, mais instruídas, menos empobrecidas e têm mais probabilidade de viver numa democracia multipartidária. Desde 1990, a esperança de vida nos países em desenvolvimento aumentou dois anos, há menos três milhões de óbitos de crianças por ano e mais 130 milhões de pessoas que escaparam à pobreza.
Mas, prosseguem, inversamente, 18 países com uma população conjunta de 460 milhões de pessoas apresentam índices de desenvolvimento mais baixos do que há 15 anos, morrem anualmente 10,7 milhões de crianças com menos de 5 anos e mais de mil milhões de pessoas sobrevivem com menos de um dólar por dia.
“Um quinto da humanidade vive em países onde as pessoas nem pensam antes de gastar 2 dólares por dia num cappuccino. Outro quinto da humanidade sobrevive com menos de 1 dólar por dia e em países onde as crianças morrem por falta de uma simples rede mosquiteira».
Aproveitando a realização da Cimeira Mundial das Nações Unidas, entre 14 e 16 de Setembro, que avaliará os progressos conseguidos desde a Declaração do Milénio (2000), o relatório identifica três pilares da cooperação em que é urgente investir: a ajuda ao desenvolvimento, que «sofre de dois problemas: subfinanciamento crónico e a má qualidade», o comércio internacional, nomeadamente as políticas comerciais dos países ricos que «continuam a negar aos países pobres e às pessoas pobres uma parcela justa da prosperidade global» e a segurança, afectada pela alteração da natureza dos conflitos e pela emergência de novas ameaças ao bem-estar colectivo.
«Falando sem rodeios, o mundo está a encaminhar-se para um desastre fortemente anunciado do desenvolvimento humano, cujos custos se contarão em mortes evitáveis, crianças que não frequentam a escola e perda de oportunidades para a redução da pobreza. Este desastre é tão evitável como previsível».
Portugal caiu um lugar no Índice de Desenvolvimento Humano de 2005 e ocupa agora o 27º lugar. Portugal foi ultrapassado pela Eslovénia e tem à sua frente 15 Estados-membros da União Europeia. A lista de 177 países é liderada pela Noruega. Segue-se-lhe a Islândia, a Austrália, o Luxemburgo e o Canadá. O Brasil está em 63º lugar.

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