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  Cabo Verde
Venda de acções do Estado deverá render 15 milhões de euros
- 8-Sep-2005 - 16:00


O Estado cabo-verdiano espera arrecadar cerca de 15 milhões de euros com a venda da participação que detém em algumas empresas mistas, revelou hoje a Unidade de Coordenação do Projecto de Crescimento e Competitividade (UCP-CC).


De acordo com o coordenador adjunto dessa estrutura, responsável pela conclusão das privatizações iniciadas na década de 1990, já "só falta vender essas participações e a alienação de quatro grandes empresas nacionais" para que o processo seja encerrado.

A TACV - Cabo Verde Airlines, a EMPROFAC, produtora de medicamentos, a Empresa Nacional de Portos, ENAPOR, e a CABNAVE, estaleiros navais, são as grandes empresas ainda por privatizar, mas cujos processos encontram-se "mais atrasados porque [são] mais complexos", adiantou Rui Cardoso.

No imediato, a prioridade são, segundo aquele responsável, as posições do Estado em empresas de capital misto como a Sociedade Cabo- verdiana de Tabacos, a Sociedade Cabo-verdiana de Sabões e a Cimentos de Cabo Verde que deverão gerar receitas "na ordem dos 15 milhões de euros".

Dessas empresas, a que regista maior presença pública na estrutura accionista é a dos tabacos, detida pelo Estado em 90 por cento e que, por isso, "será objecto de um processo diferente" daquele que será adoptado para as restantes.

Segundo o responsável da UCP-CC, uma parte das acções deverá ser colocada à venda através da Bolsa de Valores de Cabo Verde (que entrará brevemente em funcionamento) e as restantes serão vendidas a um parceiro "capaz de garantir o bom funcionamento" da empresa.

"A ideia é que se mantenha como unidade de produção e não se transforme numa simples firma de comercialização", explicou Rui Cardoso, adiantando que o que se pretende "não é uma privatização estratégica" uma vez que o tabaco "não é uma indústria essencial" para Cabo Verde.

Quanto às restantes empresas, a estratégia será diferente uma vez que os outros accionistas terão "direito de preferência" na compra das acções do Estado, disse o coordenador adjunto da UCP-CC, adiantando que só em caso de não haver interesse haverá recurso a uma oferta pública de venda.

Todo esse processo, em que se inclui também a venda de activos da extinta Empresa Pública de Abastecimento (EMPA), está a decorrer "satisfatoriamente", segundo Rui Cardoso, que prevê a sua conclusão para 2006 ou, no pior dos casos, "no primeiro trimestre de 2007".


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