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  Cabo Verde
Duas sociedades de desenvolvimento vão ser constituídas
- 13-Feb-2003 - 18:44

Seis das nove ilhas habitadas de Cabo Verde vão ser abrangidas por duas sociedades mistas de desenvolvimento, a constituir nos próximos meses, e que têm como objectivo central a promoção do turismo.


Hoje, a Cidade da Praia foi palco de duas reuniões, para avançar com a constituição de uma sociedade de desenvolvimento turístico para as ilhas do Sal, Boavista e Maio e outra para preparar o lançamento de uma sociedade de desenvolvimento regional para as ilhas de Santo Antão, São Nicolau e São Vicente.

De acordo com o ministro do Turismo, Indústria e Comércio, Avelino Bonifácio Lopes, a reunião serviu para preparar a criação da sociedade de desenvolvimento turístico para as ilhas do Sal, Boavista e Maio e para iniciar o processo de planeamento das duas últimas.

O processo de constituição desta sociedade deverá ficar concluído no prazo de 60 dias e o seu capital inicial "provavelmente não será inferior a 500 mil contos cabo-verdianos" (cerca de 4,5 milhões de euros).

"Haverá abertura da sociedade de desenvolvimento à participação privada e a sociedades anónimas de capitais públicos. Deverá haver uma parceria muito forte entre o público e o privado na montagem financeira para os grandes investimentos em curso", frisou.

Entre esses grandes investimentos apontam-se um aeroporto internacional e um porto para a ilha da Boavista e o desenvolvimento de infra-estruturas viárias e de água e saneamento para as três ilhas.

"A sociedade de desenvolvimento terá o papel de conduzir todo este processo de planeamento e desenvolvimento turístico das três ilhas e terá uma função importante no que concerne à alienação de alguns imóveis e necessariamente terá determinados poderes excepcionais e prerrogativas próprias do Estado para agilizar todo o processo de planeamento", afirmou.

Os promotores iniciais da sociedade serão a administração central, os municípios, as sociedades anónimas de capitais públicos e privados interessados, nacionais e estrangeiros.

O Estado e os municípios deterão mais de 51 por cento do capital inicial, "provavelmente não inferior a 500 mil contos cabo-verdianos", referiu o ministro.

A reunião surge na sequência de um fórum de promotores realizado em Janeiro na ilha da Boavista e contou com a presença do primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, o que demonstra o empenho na concretização da sociedade, referiu o titular da pasta do Turismo.

Se para as ilhas do Sal, Boavista e Maio a sociedade a criar será de capitais maioritariamente públicos, a sociedade de desenvolvimento regional para Santo Antão, São Nicolau e São Vicente é privada e os municípios apenas terão uma participação simbólica.

No Sal, Boavista e Maio a perspectiva é de um turismo mais massificado, tendo em conta as reconhecidamente belas e extensas praias.

A sociedade para as outras ilhas aponta para um turismo especializado, de pequena escala, cultural e de qualidade.

Também para a sociedade de desenvolvimento regional das ilhas de Santo Antão, São Nicolau e São Vicente o turismo apenas é um dos seus objectivos, aparecendo igualmente o artesanato, agricultura, indústria e pescas como outros sectores a promover, de forma integrada.

Esta sociedade de desenvolvimento regional deverá ficar constituída e instalada até Outubro próximo e o capital inicial ainda não está definido, segundo Jorge Santos, presidente da Câmara de Ribeira Grande, um dos municípios da ilha de Santo Antão.

"Neste momento queremos avançar com o projecto concreto da sociedade", que ficará concluído até Julho, frisou o autarca, realçando que as actividades que abarcará já se encontram definidas.

A actividade financeira será a principal, a que se juntarão a gestão de solos urbanos, implementação de infra- estruturas turísticas, construção e manutenção de portos, aeroportos e estradas e infra-estruturas de produção e distribuição de água e electricidade, bem como a elaboração de planos de desenvolvimento turístico para as três ilhas.

Os promotores principais da sociedade de desenvolvimento regional são as cinco câmaras municipais abrangidas - Ribeira Grande, Paúl, Porto Novo (ilha de Santo Antão), São Nicolau e São Vicente -, o grupo financeiro português da Caixa Geral de Depósitos, várias empresas ligadas à construção civil e privados individuais.

"As autarquias querem ser parte, mas não querem liderar o processo. É um projecto privado com a participação de capitais público locais. A participação das autarquias é mais simbólica e de promotor, porque nós seremos os principais beneficiários do desenvolvimento que se conseguir com a sociedade", sublinhou Jorge Santos.

O arquipélago de Cabo Verde é composto por 10 ilhas, e uma população de cerca de 433 mil pessoas.

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