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Bispos católicos lusófonos preocupados com o «abandono da igreja»
- 10-Sep-2005 - 14:18
Os presidentes das conferências episcopais dos países de língua oficial portuguesa manifestaram-se sexta-feira preocupados com "o abandono da igreja por parte dos fiéis e a sua adesão a novos movimentos religiosos, designadamente do tipo pentecostal".
Os bispos católicos dos países lusófonos expressaram a sua preocupação num comunicado lido à imprensa pelo presidente da Conferência Episcopal de Portugal e arcebispo de Braga, Jorge Ortiga, no fim do VI Encontro das Presidências das Conferências Episcopais Lusófonas, que vinha decorre desde 6 de Setembro na Matola, arredores de Maputo.
No documento, o clero da igreja católica dos países lusófonos observa que nos últimos anos "verificou-se uma generalizada falta de maturidade na fé e até diminuição e perda da mesma por parte dos fiéis, o que leva ao abandono da igreja e à adesão a novos movimentos religiosos, designadamente do tipo pentecostal".
Para alterar essa tendência, os bispos defenderam uma revisão dos processos pastorais de evangelização, ao nível da própria catequese, bem como um esforço renovado na formação permanente dos fiéis, do clero e de outros agentes da pastoral.
Os bispos católicos dos países de língua oficial reclamaram igualmente "um cuidado particular" para o ensino da doutrina social da igreja, com vista à formação de lideranças cristãs, de homens e mulheres, na educação, na economia, na política e na vida pública em geral.
Os religiosos criticaram na ocasião os movimentos sociais e iniciativas legislativas, "já em curso em alguns países", que se batem a favor de práticas atentatórias ao direito à vida e à dignidade da pessoa humana.
Nessa perspectiva, os bispos católicos dos países de língua oficial portuguesa prometeram mobilizar os fiéis, pessoas de boa vontade e entidades e organizações que defendem os mesmos valores, para uma acção consertada junto dos Estados que pretendam desrespeitar tais direitos.
A migração das populações para as grandes cidades e suas periferias, "com as consequências que tal desenraizamento envolve", foi também alvo de preocupação nos encontros dos bispos lusófonos, pedindo "um acompanhamento mais atento" à situação.
Participaram no VI Encontro das Presidências das Conferências Episcopais dos Países Lusófonos os presidentes das conferências episcopais de Angola, São Tomé e Príncipe, Moçambique, Brasil e Portugal e da Guiné-Bissau.

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