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Entrevista
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Governo insiste na realização de conferência internacional de doadores
- 14-Sep-2005 - 16:25
O Governo angolano continua a aguardar que a comunidade internacional realize uma conferência de doadores para financiar a reconstrução do país, mas pretende que esse auxílio resulte em parcerias, afirmou hoje o ministro da Assistência e Reinserção Social.
"O país está à espera que a comunidade internacional entenda que nós não queremos uma conferência apenas para sermos ajudados. O que se espera é uma parceria", frisou João Baptista Kussumua, numa entrevista que concedeu à emissora estatal angolana.
O ministro lembrou que o Governo angolano, "por antecipação, iniciou em Outubro de 2002, um programa de recuperação daquilo que considera ser urgente e prioritário para a melhoria da oferta de serviços básicos à população".
"O passo que o Governo deu, iniciando esse programa com recursos próprios, é muito importante e poderia encorajar os doadores", salientou.
João Baptista Kussumua acrescentou, no entanto, que, não tendo essa iniciativa surtido o efeito pretendido junto dos doadores internacionais, "o Governo encontrou mecanismos internos que permitam superar o atraso que a guerra provocou".
O executivo angolano tem vindo a defender, desde o fim do conflito armado no país, a necessidade de se realizar uma conferência internacional de doadores para ajudar a financiar a reconstrução das infra-estruturas destruídas pela guerra.
A realização desta conferência tem vindo, no entanto, a ser sucessivamente adiada pela comunidade internacional de doadores, que exigem mais transparência na gestão dos dinheiros públicos em Angola antes de serem disponibilizadas verbas para ajudar a reconstrução do país.
Nesse sentido, a assinatura de um acordo entre o Governo angolano e o Fundo Monetário Internacional (FMI) é uma das condições colocadas pela comunidade internacional.
Na sequência do impasse em que o processo caiu, o Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, afirmou em meados de Fevereiro, que as autoridades angolanas não pretendem desistir da realização da conferência de doadores, mas frisou que o país "não deve ficar de braços cruzados" a aguardar que ela se concretize.
"Está claro que não vamos desistir, mas vamos fazer, entretanto, um maior aproveitamento da cooperação bilateral e do investimento privado nacional e estrangeiro com vista a mobilizar recursos para a reconstrução e desenvolvimento", frisou, na altura, o Presidente Eduardo dos Santos.
Nesse sentido, as linhas de crédito concedidas por países como a China, Portugal, Brasil, Índia, Alemanha, Polónia e Israel constituem a principal fonte de financiamento do programa de investimentos públicos para o período 2005/07.

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