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  Cabo Verde
Pedro Pires pede apoio de Coimbra para criar Universidade no país
- 22-Sep-2005 - 19:01


O presidente da República de Cabo Verde, Pedro Pires, pediu hoje o apoio da Universidade de Coimbra (UC) para a criação da Universidade Pública naquele país africano lusófono.


O envolvimento da UC, segundo Pedro Pires, é uma "enorme possibilidade" para fazer "avançar depressa" a instalação da Universidade de Cabo Verde, pois "existe já uma longa tradição" de cooperação por parte da instituição universitária portuguesa.

Em declarações aos jornalistas, no âmbito de uma visita à Universidade de Coimbra, durante a escala em Portugal no regresso de Nova Iorque, o chefe de Estado cabo-verdiano lembrou que um número elevado de estudantes do seu país obteve a sua formação superior em Coimbra, sobretudo na UC.

Actualmente, cerca de 600 cabo-verdianos frequentam cursos médios e superiores em estabelecimento de ensino da cidade, 400 dos quais nas diversas faculdades da Universidade.

Estes jovens adquirem, em Portugal, "conhecimentos que permitem ter uma intervenção de qualidade no processo de desenvolvimento de Cabo Verde", disse o presidente da República.

O reitor da UC, Seabra Santos, disse que os cabo-verdianos constituem a mais importante comunidade de alunos estrangeiros que frequentam a instituição, onde coabitam 57 nacionalidades.

"De uma forma geral, os cabo-verdianos são estudiosos e aplicados e obtêm bons resultados" escolares, adiantou Fernando Seabra Santos.

Num encontro com Pedro Pires, no auditório da Faculdade de Direito, o presidente da Associação de Estudantes de Cabo Verde em Coimbra, António Fortes, preconizou um maior empenho do governo do seu país no "acompanhamento da situação dos estudantes no exterior", estabelecendo incentivos ao regresso depois de concluídos os cursos.

António Fortes disse que a propina máxima na UC acaba de ser aumentada para cerca de 900 euros por ano, propondo que os alunos cabo- verdianos com maiores dificuldades possam pagar apenas o montante mínimo.

Seabra Santos declarou aos jornalistas que a Universidade "não faz discriminações positivas ou negativas" dos estudantes e que os estrangeiros, em pé de igualdade com os colegas portugueses, poderão recorrer a um fundo social de apoios criado pela, em Janeiro, e que pode beneficiar até 1.200 candidatos, os quais têm assim a possibilidade de pagar o mínimo legal.

Sobre este assunto, ao falar a cerca de 60 compatriotas, o presidente de Cabo Verde admitiu que a criação de uma fundação privada "pudesse ajudar" estes alunos no exterior ou que a instalação da Universidade Pública do país fosse uma "solução mais barata para o problema".

"É muito mais fácil formar pessoas do que criar emprego", disse, frisando que o Estado cabo-verdiano tem reforçado a aposta na educação, a uma velocidade que não é acompanhada pelo desenvolvimento económico.

Trata-se de uma "situação de contradição e insatisfação" dos recém-formados, "uma massa crítica que está a ser criada" e que coloca os governos do país "debaixo de uma armadilha", alertou Pedro Pires.

Para atenuar, pelo menos, os problemas suscitados em Coimbra pelos estudantes, o presidente disse que vai interceder junto do secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação português, João Cravinho, e do executivo de Cabo Verde.

Pedro Pires, que segue domingo para Cabo Verde, tem previsto um encontro com empresários cabo-verdianos, num hotel de Lisboa.


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