As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 toda a lusofonia aqui
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Cabo Verde
Um país cada vez mais
dependente do exterior

- 24-Sep-2005 - 16:29


A Guiné comemora outro aniversário da sua (in)dependência, o 32º

A Guiné-Bissau celebra hoje o 32º aniversário da independência, cada vez mais dependente do exterior para resolver as crises financeiras, políticas e sociais que atravessa, mantendo-se como o sexto país mais pobre do mundo. Incertezas políticas, falta de liquidez no Tesouro, dois meses de salários em atraso, endémicas crises de energia e uma epidemia de cólera, que já provocou mais de três centenas de mortes, constituem o contexto de um país que mais de três meses após a primeira volta das presidenciais continua sem chefe de Estado em funções. Entretanto, o presidente cessante, Henrique Rosa, agraciou mais de uma centena de personalidades que, de uma ou de outra forma, estiveram ligadas à História da Guiné-Bissau, no quadro das celebrações do 32º aniversário da declaração unilateral de independência (mais noticiário na secção Guiné-Bissau )


O presidente eleito João Bernardo "Nino" Vieira aguarda pela sua investidura, marcada para 1 de Outubro próximo, mas a tomada de posse tem estado envolta em sucessivas polémicas, apesar de o governo e o parlamento terem já garantido que a data será cumprida.

Eleito chefe de Estado na segunda volta das presidenciais, realizada em Julho último, "Nino" Vieira já manifestou "estranheza" face ao atraso na tomada de posse, inicialmente marcada para 3 de Setembro e que o parlamento adiou para 1 de Outubro por razões políticas.

A tensão política que se vive na Guiné-Bissau prende-se sobretudo com a coabitação futura que terá de existir entre "Nino" Vieira e o primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, que antes das presidenciais teceu fortes críticas ao ex-presidente, ameaçando mesmo abandonar o executivo se o general fosse eleito.

A questão da coabitação, afirmou-o já publicamente "Nino" Vieira, não deve servir de motivo de preocupação, embora o presidente eleito tenha observado que tudo dependerá do comportamento de Carlos Gomes Júnior, que lidera o Partido Africano da Independência da Guiné e cabo Verde (PAIGC), actualmente no poder.

No entanto, "Nino" Vieira nunca explicou quais os parâmetros definidos para Carlos Gomes Júnior, deixando no ar a perspectiva de uma instabilidade política futura, pois detém o poder constitucional, se assim o entender, para exonerar o executivo.

Nesse contexto, os parceiros internacionais da Guiné-Bissau têm-se manifestado preocupados quanto ao futuro, sobretudo porque, estando o país em falência técnica - não há dinheiro no Tesouro -, se aproxima a reunião de doadores, prevista para meados de Novembro e da qual depende o apoio financeiro para revitalizar a economia.

Sem luz eléctrica há mais de dois meses, água nas torneiras a conta-gotas, quase três meses de salários em atraso na Função Pública (o Estado é o principal empregador) e a ténue classe empresarial sem meios financeiros, a Guiné-Bissau enfrenta ainda a mais grave epidemia de cólera desde 1994, que, na altura provocou mais de 2.000 mortes.

Por outro lado, segundo dados das Nações Unidas relacionados com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), 32 anos após a independência, a Guiné-Bissau é o sexto país mais pobre do mundo.

A Guiné-Bissau proclamou unilateralmente a independência a 24 de Setembro de 1973, através de uma declaração lida por "Nino" Vieira, então presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP) nas Zonas Libertadas pelo PAIGC.

Contudo, Portugal só reconheceria a independência praticamente um ano mais tarde, a 10 de Setembro de 1974, cerca de cinco meses após a "Revolução dos Cravos", a 25 de Abril do mesmo ano.


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 


 Ligações

 Jornais Comunidades
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Web Design Portugal Algarve por NOVAimagem