| Pesquisar |
|
|
| Notícias |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
| Canais |
»
»
»
»
»
»
»
»
»
|
 |
Siga-nos no
Receba as nossas Notícias

Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui |
|
| Serviços |
»
»
»
»
»
|
|
|
| |
Conversas
no
Café Luso |
|
|
|
|
|
Alto Hama
|
|
Um (Rui) Rio que não pode nem deve parar
- 29-Sep-2005 - 9:46
Entre as muitas razões que tenho para votar em Rui Rio para a Câmara do Porto, as mais importante são a seriedade e a coerência. Quanto à primeira, até mesmo os adversários a reconhecem. Em relação à segunda vale, para mim, o facto de ele continuar a ser o que sempre foi, nada importando o tempo e os cargos. Pena é que outros dirigentes partidários, de que são exemplos Narciso Miranda do PS ou Álvaro Castelo Branco do CDS/PP, tenham a memória curta e a arrogância longa.
Por Orlando Castro
Por razões profissionais estou há anos longe das curvas e contra-curvas da política interna portuguesa. Mas quando por lá andava, todos os dirigentes políticos, sobretudo os do Porto, me conheciam.
Hoje, perderam a memória. Já não me conhecem e, se calhar, nunca ouviram falar de mim. É natural. Por regra, segundo estes políticos “made in Portugal”, o conhecimento é sinónimo de necessidade. Não necessitam, não conhecem.
É claro que há excepções. Há políticos que não perderam a memória. Antes, durante e depois continuam os mesmos. São disso exemplos, Rui Rio, Arlindo Cunha e Silva Peneda do PSD, Honório Novo e Ilda Figueiredo do PCP, Álvaro Braga Júnior e Carlos Furtado do CDS/PP.
Do PS só me lembro de uma excepção. De Narciso Miranda a Fernando Gomes todos perderam a memória. Alfredo Fontinha é a excepção. Por ser recente, Francisco Assis escapa a esta análise, embora alguns dos seus mais directos colaboradores nela se enquadrem.
No caso de Rui Rio, continua coerente e sério hoje como há 15 anos, altura em que o conheci. Conheceu-me nessa altura, conhece-me hoje da mesma forma e certamente o mesmo se passará amanhã.
Já o seu número dois à Câmara do Porto, Álvaro Castelo Branco (presidente da distrital do CDS/PP) perdeu a memória. Conheceu-me bem enquanto eu lhe podia dar o que queria. Depois? Bem, depois nem com uma vaga ideia ficou.
E como para mim a seriedade e a coerência são basilares, acredito que Rui Rio (apesar de não muito bem acompanhado) continua a ser o Homem ideal para manter o Porto na direcção certa, mau grado algumas falhas cometidas.
orlando@orlandopressroom.com
29.09.2005

Ver Arquivo
|
|
| |
|
 |
|
|
|
|
|
|