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  Cabo Verde
Governo contra crise energética, ameaça com operador independente
- 29-Sep-2005 - 15:24


O governo de Cabo Verde considera "insustentável e intolerável" a crise energética que tem deixado a Cidade da Praia às escuras, nas últimas semanas, e ameaçou recorrer a um operador independente para resolver o problema.


Segundo disse o ministro da Economia, Crescimento e Competitividade de Cabo Verde, João Pereira da Silva, a posição do governo cabo-verdiano é uma resposta ao descontentamento generalizado da população da cidade da Praia, confrontada, há mais de um mês, com cortes diários no fornecimento de energia.

O incumprimento dos planos de cortes divulgados através das rádios e da televisão nacional constitui outro factor de descontentamento da população, que acusa a Empresa de Electricidade e Água (ELECTRA), de falta de critério no seguimento da sua própria programação.

Face a esta situação, o governo tem mantido negociações com a ELECTRA - de que são accionistas maioritários com estatuto de parceiro estratégico, as empresas portuguesas Águas de Portugal (AdP) e Electricidade de Portugal (EDP) - tendo em vista a procura de uma situação para a crise que afecta a capital cabo-verdiana.

Em causa está a incapacidade da empresa de fazer face ao aumento crescente do consumo de energia, cujas causas são, segundo o governo, os atrasos verificados nos investimentos negociados aquando da privatização da empresa em 2000 e que só começaram a ser feitos em 2002.

A empresa também tem queixas em relação ao que considera serem as obrigações do governo, apontando-lhe o facto de ter impedido uma "actualização mais regular" das tarifas de fornecimento de água e energia às populações alegando.

De acordo com João Pereira Silva, existe "total disponibilidade para o diálogo" da parte do governo, que "tudo fará" para que seja ultrapassada a actual situação que, no seu entender, "não pode continuar" por muito mais tempo.

"A solução que tempos é trazer, rapidamente, grupos geradores alternativos que possam suprir as insuficiências de produção de energia", defendeu João Pereira Silva, adiantando que o governo "não hesitará" em avançar nesse sentido caso a ELECTRA não o faça.

Segundo o ministro, se for esse o caminho, uma das opções poderá ser "negociar directamente com os fornecedores" dos equipamentos necessários, e a outra o licenciamento de um operador independente que consiga "fazer face" à situação.

"Pessoalmente, estou inclinado para esta última solução, mas uma vez que a ELECTRA também está interessada em encontrar uma saída, contamos que conseguirá fazê-lo", adiantou João Pereira Silva, para quem o diálogo continua a ser o melhor caminho.

"Mantemos uma relação de diálogo com a ELECTRA e fazemos sugestões. E já fizemos saber, a esse título, que esta situação não poderá repetir-se no Natal. Por isso, tudo faremos para que a população da Cidade da Praia passe a quadra festiva com tranquilidade", garantiu o ministro.

João Pereira Silva disse que o governo está a fazer tudo para satisfazer os seus compromissos com a empresa, adiantando que está "em fase final de aprovação" um Regulamento Tarifário que constitui uma exigência da ELECTRA que não está prevista no contrato de concessão.

"Entendemos que se trata de um instrumento que poderá clarificar o relacionamento entre a ELECTRA e o Estado e os consumidores, e também vamos contribuir com a parte que nos toca para a recapitalização da empresa", garantiu.

Dessa forma, o Estado terá satisfeito o "essencial dos seus compromissos" com a ELECTRA e os parceiros estratégicos, referiu João Pereira Silva, considerando que, assim, estarão criadas condições para lhes exigir, o cumprimento das suas responsabilidades.


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