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  Cabo Verde
Recondução de Tagmé Na Waie é «inconstitucional», diz Bacai Sanhá
- 6-Oct-2005 - 14:38


A recondução de Tagmé Na Waie como Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) da Guiné- Bissau foi um acto "inconstitucional" do presidente eleito, pois João Bernardo "Nino" Vieira não cumpriu a lei, afirmou hoje Malam Bacai Sanhá.


Numa conferência de imprensa, o candidato derrotado na segunda volta das eleições presidenciais de 24 de Julho último sustentou que cabe ao Governo propor um nome para a chefia das Forças Armadas e ao Presidente da República aceitá-lo e empossá-lo, na qualidade de comandante-chefe.

"Mas tal não aconteceu e "Nino" Vieira violou a Constituição", afirmou Bacai Sanhá, numa alusão ao facto de o novo presidente, empossado sábado, ter reconduzido dois dias mais tarde o major-general Tagmé Na Waie como CEMGFA, sem consultar previamente o governo de Carlos Gomes Júnior.

Bacai Sanhá observou, contudo, que Tagmé Na Waie, tal como prometera na campanha eleitoral, seria a sua escolha para chefiar as Forças Armadas, sublinhando que, antes, cumpriria todos os procedimentos legais e aguardaria uma proposta do Governo nesse sentido.

Bacai Sanhá, que obteve 48 por cento dos votos na segunda volta das presidenciais, continua ´"convicto" de que ganhou a eleição, indicando que "jamais aceitará os resultados".

No entanto, indicou que, em nome da estabilidade e da paz, vai continuar a sua luta pelo reconhecimento da verdade, aceitando implicitamente que "Nino" Vieira é o presidente da Guiné-Bissau, uma vez que já decorreu o acto formal da sua investidura.

"À luz da lei, o dito presidente já tomou posse. Mas jamais aceitarei os resultados enquanto não for feita justiça. Continuarei a combater, através das vias legais e democráticas, para que seja feita justiça", afirmou Bacai Sanhá, frisando que esse "combate" será feito através de uma "fiscalização apertada" da actuação de "Nino" Vieira.

Segundo Bacai Sanhá, sábado último, assistiu-se à tomada de posse do Presidente da República "dito eleito" num dia que devia ser de festa, dado a importância e o simbolismo do acto.

"Mas o que se passou foi um alheamento total da população e, portanto, foi um dia triste", notou.

"Isso reforça a nossa convicção de que somos nós os vencedores das eleições. Por conseguinte, nunca reconheceremos a vitória do general João Bernardo Vieira", acentuou Bacai Sanhá, pedindo ainda aos seus apoiantes que cessem as manifestações "espontâneas" de protesto contra a vitória do general.

No entanto, admitiu que o processo eleitoral para as presidenciais "terminou" e se abriu uma "nova etapa" no horizonte da Guiné-Bissau.

"Sendo um dos protagonistas principais desse processo, sinto- me no dever de endereçar algumas palavras de agradecimento ao povo da Guiné-Bissau e à comunidade internacional, pelos esforços que desenvolveram para que tudo corresse sem incidentes", disse.

Sobre o seu futuro político, admitiu a possibilidade de subir na hierarquia do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, no poder), força política que o apoiou nas presidenciais e que realizará, de 28 a 30 deste mês, em Bissau, um congresso extraordinário não electivo.

"Mas tudo isso depende dos militantes", afirmou Bacai Sanhá, sem mais pormenores, mas assinalando que o PAIGC está em negociações com representantes das 17 forças políticas que o apoiaram com vista a uma "grande aliança" para desenvolver a Guiné-Bissau.

À comunidade internacional, Bacai Sanhá agradeceu todo o apoio manifestado durante o período de transição e pediu que continue a apoiar os esforços do Governo para garantir a paz e estabilidade no país.


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