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  Cabo Verde
Cabo Verde é o país africano lusófono com maior desenvolvimento
- 12-Oct-2005 - 13:48


Cabo Verde é o País Africano de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) que se destaca no cumprimento dos Objectivos do Milénio das Nações Unidas, segundo o relatório da ONU sobre a situação da população mundial hoje divulgado.


Nos dados estatísticos do documento elaborado pelo Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP), Cabo Verde surge à frente de Angola, Moçambique e Guiné-Bissau no cumprimento dos objectivos definidos na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD) e dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.

Estes indicadores prevêem, nomeadamente, a redução da mortalidade, o aumento do acesso a serviços de saúde reprodutiva, educação e igualdade entre sexos, considerados fundamentais para reduzir a pobreza no mundo e salvar a vida a centenas de milhões de pessoas.

Em relação aos dados do relatório divulgado pela FNUAP em 2004, Cabo Verde reduziu a mortalidade infantil e manteve a taxa de mortalidade materna (150).

Em 2004, a taxa de mortalidade infantil em Cabo Verde era de 30 mortos por cada 1000 nados vivos, enquanto este ano é de 27 por cada 1000 nados vivos.

Apesar de Angola, Moçambique e Guiné-Bissau terem registado progressos, a taxa de mortalidade infantil ultrapassa, nos três casos, os 100 mortos por cada 1000 nados vivos, enquanto a taxa de mortalidade materna é de 1700, 1000 e 1100, respectivamente.

No que diz respeito à prevalência de contracepção, 53 por cento da população cabo-verdiana utiliza contraceptivos.

Angola, Moçambique e Guiné-Bissau também mantiveram as taxas, mas nestes três países os métodos contraceptivos são utilizados por menos de 10 por cento da população.

Nos indicadores da educação, Cabo Verde apresenta uma taxa de escolarização no ensino secundário de 67 por cento, no caso dos homens, e 73 por cento, no caso das mulheres.

Em Angola, a mesma taxa ronda os 21 e 17 por cento, em Moçambique os 19 e 13 por cento e na Guiné-Bissau os 23 e 13 por cento.

"Em cada ano de ensino que uma mãe conclui, as taxas de mortalidade de menores de cinco anos sofrem uma redução de cinco a 10 por cento", de acordo com a FNUAP.

Apesar de 2015 ser a meta para reduzir a pobreza mundial para metade, Angola, Guiné-Bissau e Moçambique continuam a ter muito trabalho pela frente para cumprirem os oito Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, que abrangem desde o ensino até à contenção da SIDA, passando pela redução da mortalidade materna.

A FNUAP não divulga dados relativos a São Tomé e Príncipe por se tratar de um país com uma população inferior a 200.000 pessoas, cuja análise é feita em termos regionais e não individualmente.


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