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  Cabo Verde
PRS solidariza-se com dissidentes do PAIGC e critica governo
- 14-Oct-2005 - 16:43


O Partido da Renovação Social (PRS, maior força da oposição) da Guiné-Bissau solidarizou-se hoje com os 14 deputados que abandonaram o PAIGC (no poder) e se constituíram como grupo independente, responsabilizando o chefe do governo pela dissidência.


O líder parlamentar dos "renovadores", Carlitos Barai, considerou que o abandono dos 14 deputados resulta do "perfil" de Carlos Gomes Júnior "contrário aos entendimentos nacionais", bem como a qualquer projecto de unidade nacional e equilíbrio político-institucional.

"As alternativas da actual liderança (do PAIGC) de Carlos Gomes Júnior (também primeiro-ministro) baseiam-se na fuga ao diálogo, desprezo e perseguição contra a opinião contrária, comprando também a consciência dos deputados com fundos doados pela comunidade internacional", acusou.

Carlitos Barai instou o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) a "fazer uma leitura honesta e realista" das consequências da actual situação política e a assumir uma "postura de humildade".

Com a dissidência destes 14 dos 45 deputados do PAICG, abre-se caminho à apresentação no parlamento de uma moção de censura ao governo, que precisará de uma maioria absoluta (50 por cento mais um) para ser aprovada.

O PRS, que detém 35 dos 100 lugares parlamentares, embora alguns deles estejam ao lado do PAIGC, já exigiu mais de uma dezena de vezes a demissão do governo de Carlos Gomes Júnior.

O mesmo se verifica com o Partido Unido Social-Democrata (PUSD), de Francisco Fadul, que conta apenas com o apoio expresso de sete dos 17 deputados eleitos nas legislativas de Março de 2004.

Os restantes três deputados estão divididos por duas coligações - União Eleitoral (UE, com dois) e Aliança Popular Unida (APU, com um).

Segundo disse à Lusa o presidente da Assembleia nacional Popular (ANP, Parlamento), Francisco Benante, a próxima sessão legislativa começa em Novembro próximo e deverá ser dedicada exclusivamente aos debates sobre o Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2006.


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