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  Cabo Verde
Júnior afasta demissão e apela a Nino para manter estabilidade
- 17-Oct-2005 - 17:24


O primeiro-ministro guineense, Carlos Gomes Júnior, garantiu hoje que irá manter- se em funções e que não está nos seus planos pedir a demissão, depois de várias iniciativas políticas reclamando a sua exoneração.


Carlos Gomes Júnior falava aos jornalistas no final do segundo encontro em menos de uma semana com o chefe de Estado da Guiné-Bissau, João Bernardo "Nino" Vieira, que o "chamou" para lhe manifestar "preocupação" face ao actual quadro político.

"Não está nos meus planos demitir-me. Vocês (jornalistas) gostam de mim, porque é que haveria de demitir- me", ironizou Carlos Gomes Júnior, que indicou ter pedido a "Nino" Vieira que ajude a manter a estabilidade política no país.

No final da semana passada, 14 dos 45 deputados do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) demarcaram-se da força política no poder e passaram a independentes.

Na mesma altura, os maiores partidos da oposição, personalidades políticas e empresariais e ex-dirigentes do PAIGC criaram o Fórum de Convergência para o Desenvolvimento (FCD), cujo objectivo é derrubar o governo no parlamento e formar um novo executivo.

"O presidente da República deu-nos conta da sua preocupação quanto ao posicionamento de alguns deputados no parlamento. Estivemos a analisar o assunto e pensamos que são situações que não servem os interesses do país neste momento", afirmou no primeiro-ministro guineense.

Carlos Gomes Júnior, também o actual líder do PAIGC, referiu ter explicado a "Nino" Vieira a importância da estabilidade política nos próximos meses, uma vez que, ainda esta semana, devem chegar a Bissau, em missões separadas, delegações do Banco Mundial (BM) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) para analisar o quadro macroeconómico do país.

Paralelamente, sublinhou o primeiro-ministro, o Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2006 vai ser debatido no Parlamento em Novembro, momento "importante" para preparar a mesa redonda com os doadores, que, disse, vai decorrer no início de Dezembro próximo, em Bruxelas.

"É bom que haja um ambiente salutar, que pensem mais na Guiné-Bissau e não nos seus interesses pessoais e, por isso, ficamos satisfeitos por o presidente estar também preocupado com a situação. Vamos agora tentar ver como ultrapassar a situação", sublinhou Carlos Gomes Júnior.

Questionado sobre se a questão da dissidência de 14 deputados do PAIGC pode dificultar a acção governativa, Carlos Gomes Júnior desdramatizou, assegurando que o partido vai tomar "as disposições necessárias" para que haja a garantia de suporte ao governo em "documentos de suma importância para o país".

O primeiro-ministro manifestou-se "naturalmente desagradado" com a cisão dos 14 parlamentares, mas realçou que cabe PAIGC, que reúne hoje à tarde o seu Bureau Político, tomar uma posição definitiva.

"Naturalmente que vejo a situação com desagrado. O nosso partido sempre trabalhou com base no seu lema, a unidade e luta. Mas os deputados também são cidadãos e são livres", afirmou, garantindo, por outro lado, que o Congresso Extraordinário do PAIGC, marcado para o fim deste mês, vai decorrer na data prevista.

Questionado sobre se os dirigentes do partido suspensos em Maio participam no congresso, o líder do PAIGC respondeu que não, uma vez que estão impossibilitados, pelos estatutos, de o fazer.

"Estão suspensos e, nos termos estatutários, terão de cumprir a suspensão", assegurou, garantindo ainda que aqueles dirigentes, entre eles o ex-primeiro vice-presidente Aristides Gomes e o antigo líder parlamentar Cipriano Cassamá, estão também impossibilitados de convocar um congresso extraordinário paralelo.

"Na jurisprudência, em termos de direito comparado, uma pessoa que esteja suspensa e sob sanção disciplinar, não pode tomar posições dentro do partido", concluiu.


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