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Plano de Governação Electrónica vai custar 30 milhões de euros
- 18-Oct-2005 - 19:39
A aplicação do Plano de Acção para a Governação Electrónica (PAGE) em Cabo Verde vai custar 30 milhões de euros, revelou hoje o coordenador do Núcleo Operacional para a Sociedade de Informação (NOSI), Jorge Lopes.
De acordo com aquele responsável, o plano, que terá uma vigência de cinco anos, constitui "um dos grandes pilares" do Programa Estratégico para a Sociedade de Informação (PESI), cujos custos globais deverão ultrapassar os 70 milhões de euros.
Ao fazer a apresentação do PAGE durante o segundo Fórum sobre a Sociedade de Informação, que decorre desde segunda-feira na cidade da Praia, Jorge Lopes considerou que se trata de um instrumento que vai colocar "definitivamente" Cabo Verde na era das Tecnologias de Informação.
"O PAGE prevê a criação de serviços públicos interactivos, a consolidação da democracia electrónica, a melhoria da administração pública, a materialização do conceito saúde para todos, a qualificação de recursos humanos e a capacitação tecnológica" explicou aquele responsável.
Estes seis eixos desdobram-se em 22 projectos autónomos, mas o PAGE contempla na totalidade cerca de 70, adiantou Jorge Lopes, para quem o documento resume uma "visão realista" do futuro de Cabo Verde.
A consolidação da democracia electrónica constitui um dos domínios prioritários do PAGE, pelo que o NOSI a trabalhar "empenhadamente", tendo em vista esse objectivo de "curto prazo", disse Jorge Lopes.
Assim, uma das acções que está a ser desenvolvida é a preparação de ferramentas de votação electrónica nas eleições, mas, segundo o coordenador do NOSI, ainda "não vai ser possível, como estava previsto", a realização de um experiência piloto já nas eleições presidenciais de 2006.
"Há alguns detalhes que não pudemos ainda resolver para atingirmos esse objectivo, embora o grosso do trabalho já esteja feito", revelou Jorge Lopes, garantindo que a votação electrónica em grande escala "deverá ser uma realidade nas eleições autárquicas" que se realizam dentro de três anos.
O segundo Fórum sobre a Sociedade de Informação, em que participam vários especialistas e instituições portuguesas e brasileiras do sector das tecnologias da informação, termina quarta-feira, devendo ser analisadas as experiências destes dois países em diferentes domínios de aplicação das tecnologias de ponta.

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